Diabetes
O que realmente é a Diabete? Se uma pessoa produz insulina em quantidade insuficiente, a glicose, não podendo entrar na célula e ser consumida, acumula-se no sangue, causando a hiperglicemia, cujos sintomas são o excesso de urina (para eliminar a glicose) e a conseqüente perda de água.

Um dos mais importantes processos metabólicos do organismo é a conversão de alimentos em glicose que, por sua vez, será transformada em energia e calor.
É possível retirar energia de qualquer tipo de alimento, mas as fontes mais importantes de energia são os carboidratos (açúcares, farinhas, cereais), que são convertidos pelo organismo mais rapidamente.
Para ajudar a penetração do suprimento de açúcar em cada célula do corpo, um órgão chamado pâncreas envia o hormônio Insulina para a corrente sanguínea, fazendo com que o hormônio chegue aos receptores de insulina e transformem a glicose em energia.
Se uma pessoa produz insulina em quantidade insuficiente, a glicose, não podendo entrar na célula e ser consumida, acumula-se no sangue, causando a hiperglicemia, cujos sintomas são o excesso de urina (para eliminar a glicose) e a conseqüente perda de água.
Além disso, o processo desestabiliza o metabolismo, fazendo com que a pessoa sinta ainda mais fome e, ao mesmo tempo, não consiga obter energia, tendo que tirá-la das gorduras e proteínas do próprio corpo. Sem tratamento, o resultado de todo esse processo é extremamente maléfico, podendo levar à morte.
O manejo adequado da nefropatia diabética depende do estágio em que ela se encontra. O médico avalia cada caso e determina o tratamento necessário que inclui sempre:controle rigoroso do açúcar no sangue com o uso de insulina ou drogas específicas, manutenção da pressão arterial o mais normal possível, nutrição dietética adequada principalmente dos açúcares, proteínas e sódio (sal) e uso de inibidores da enzima conversora de angiotensina para manter níveis de pressão arterial normais.
O objetivo do tratamento da nefropatia diabética constitui-se na prevenção ou redução da velocidade de progressão para insuficiência renal crônica que, depois de instalada, só tem duas opções de tratamento:
A natação, a caminhada, a bicicleta (ergométrica ou não), de preferência diários e constantes. Não esqueça: para praticar qualquer exercício físico, antes deve-se passar por orientação de um médico. Caminhar: Antes de começar alongue os músculos.
No final, ande devagar, respirando fundo, por 5 minutos. O coração fica mais forte; a pressão tende a diminuir; os riscos de aparecerem doenças cardíacas no futuro ficam menores;a oxigenação do organismo melhora, principalmente no cérebro o que faz você se concentrar melhor em tudo.
Quando soube que tinha diabetes, você pode ter achado que teria que fazer uma dieta especial, restritiva. Talvez você tenha ouvido falar de pessoas com diabetes que tiveram que deixar de comer o que gostavam ou de ir a certos eventos ou restaurantes, pois não havia nada que eles pudessem comer nesses lugares. Bem, anime-se. Você não precisa mais seguir uma “dieta para diabetes”.
Uma dieta implica que você coma pouco ou de acordo com regras rigorosamente prescritas. As dietas também têm o péssimo hábito de proibir alimentos apetitosos, ricos em calorias.
A pesquisa mostra que as pessoas relatam que sentem um desejo incontrolável pelas comidas que não poderiam comer em uma dieta e que geralmente cedem a esses desejos. Quando cedem, acabam passando da conta.
Esse ciclo de dieta/desforra é bastante comum naqueles que geralmente fazem dietas de perda de peso. Ele leva não somente a tentativas frustradas de perda de peso, como também à recuperação do peso, ao efeito ioiô, a sentimentos de culpa e a desejos constantes por comida.
A dieta tradicional para diabete não é diferente das dietas tradicionais de perda de peso; na verdade, ela prescreve restrições maiores de alimentos e determina bem mais os alimentos que são permitidos e proibidos.
Do mesmo modo, estudos mostraram que aqueles que seguem uma dieta tradicional para diabetes não são diferentes dos que seguem outra dieta – eles também cedem eventualmente aos desejos e abusam dos “alimentos proibidos”.
Para o diabético, o abandono da dieta tradicional para diabetes leva não apenas à recuperação do peso, à culpa e a desejos constantes, mas a algo potencialmente mais perigoso – o controle deficiente da diabete.
O problema real com as dietas em geral e com a origem do ciclo contínuo dieta/forra e dos desejos constantes por comida é que a dieta baseia-se em quatro pressupostos falhos.
O primeiro é que a alimentação é sempre feita em um estado contínuo de consciência. Para algumas pessoas, entretanto, a alimentação está quase no mesmo nível de consciência que a respiração. Você já percebeu que acabou com uma caixa inteira de biscoitos ou de qualquer outro petisco e nem ao menos se lembrou de ter dado a primeira mordida?
De qualquer maneira, a alimentação, assim como a respiração, acontece simplesmente sem querer. Isso não quer dizer que em alguns momentos uma pessoa não consiga fazer uma dieta, seguindo regras e detalhes. É exatamente isso, o encanto será quebrado e a pessoa voltará a comer como nos velhos tempos.
Uma dieta significa que devemos nos alimentar apenas para dar energia a nosso corpo. Mas muitas pessoas ficam na expectativa de poder ingerir alguns alimentos em determinadas ocasiões e lugares. As dietas raramente levam em consideração festas de aniversário ou feriados, cheios de comidas tradicionais e associações culturais.
Também não levam em conta aquele lanche reforçado do papai, clássico de domingo, ou aquele pote cheio de biscoitos amanteigados caseiros feitos pela vovó. Somente certos alimentos e combinações de alimentos serão considerados nessas ocasiões.