Babosa na Saúde

Muito se ouve falar sobre os benefícios que a babosa (planta cujo nome científico é Aloe Vera) traz aos cabelos. O suco que sai de suas folhas é utilizado em diversas fórmulas de xampus e em muitas receitas caseiras, com a intenção de fortificar e acelerar o crescimento dos fios.

Autor: Antônio Ventura     Em: Medicina Natural

Hidratações para a pele também são comumente feitas com o líquido da babosa. Porém, seus aspectos positivos vão muito além de auxílio na parte estética.

A “planta da saúde e da beleza”, como também é chamada, tem seu uso comprovado por diversas instituições científicas internacionais e possui inúmeras propriedades regeneradoras, lubrificantes e nutritivas.

Seus princípios ativos têm uma notável capacidade de penetração até os planos mais profundos da pele (derme, epiderme e hipoderme), inibindo e bloqueando as fibras nervosas periféricas, que são os receptores da dor.


Além disso, reduz a dor por possuir uma poderosa ação antiinflamatória, similar a dos esteróides (como a cortisona), mas sem efeitos nocivos colaterais. É por esta razão que a babosa se mostra eficaz em tratamentos para bursite, artrite, lesões em geral e mordidas de inseto.

Considerada pela comunidade cientifica como antibiótico, adstringente, coagulante, inibidora da dor e estimulante da regeneração dos tecidos e da proliferação das células, essa planta milenar vem conseguindo o respeito de todo o planeta. E, mesmo com toda a tecnologia do séc. 2O, ainda não se descobriu todo o seu potencial.

A Aloe Vera nome pelo qual ela se apresenta em vários produtos cosméticos é constituída de 96% de água e de 4% de complexas moléculas de carboidratos. É essa água toda que a toma capaz de exercer o seu mais importante papel: o de penetrar profundamente em qualquer tecido e lá operar seus efeitos prodigiosos.

Em sua composição foram identificadas inúmeras substâncias. Entre elas estão polissacarídeos contendo glicose, galactose e xilose, tanino, esteróides, ácidos orgânicos, substâncias antibióticas, enzimas de vários tipos, resíduos de açúcar, uma proteína com 18 aminoácidos, vitaminas, minerais, sulfato, ferro, cálcio, cobre, sódio, potássio, manganês e outras.

A mistura de todos os ingredientes ativos na babosa obtida através da geléia que fica dentro da folha e é responsável pela amplitude do seu poder de cura. Por exemplo, uma das enzimas é capaz de destruir uma substância formada na inflamação, enquanto outra substância reage com as enzimas destrutivas e corrosivas, apressando a sua morte.

A vitamina C, encontrada em grandes quantidade na babosa, ajuda a manter a saúde dos vasos sanguíneos, promovendo com isso uma boa circulação.

O potássio, por seu turno, colabora para a manutenção do ritmo cardíaco, além de estimular as funções renais, o que faz da babosa uma verdadeira faxineira no seu corpo.

O cálcio acelera a coagulação e a ativação das enzimas. O cálcio também é responsável pelo controle dos movimentos cardíacos.

O sódio, trabalhando junto ao potássio, estabiliza o nível de hidratação do organismo.

O manganês oferece condições para que as enzimas digestivas trabalhem com maior eficiência, impedindo à formação das dolorosas pedras no rim.

Ele tem-se mostrado útil no tratamento da angina e também da trombose das coronárias.

O ferro operando em equipe com as hemoglobinas, ajuda a transportar oxigênio para as células.

Estas são algumas das funções conhecidas da geléia da babosa no nosso organismo.

Mas é interessante observar que essas substâncias só podem agir com tanta eficiência graças à capacidade que a Aloe Vera tem de penetrar nos tecidos, digerindo o tecido morto pela ação e suas enzimas e intensificando a proliferação normal das células.

Há relatórios comprovando que a atividades das enzimas da babosa reduz e em alguns casos elimina cicatrizes, manchas do fígado, rugas, bolhas e outras marcas.

UM REMÉDIO CONTRA A ARTROSE

A fantástica capacidade que a Aloe Vera tem de evitar e resolver problemas no nosso corpo se estende também aos corredores.

A começar pela artrose, vimos que a ação das enzimas e lubrificantes de erva ajuda muito quando não é o fator determinante da cura, ou da melhoria. Mas a artrose não é o único problema que pode ser resolvido graças à presença da babosa no tratamento.

Dores musculares, inadaptação ao frio, microfissuras ósseas, tendinites, bolhas nos pés, deslocamento de unhas e até o joelho atleta estão no repertório de milagres que a planta pode realizar, além de outros pequenos problemas.

Depois de fazer uma assepsia no local do ferimento, diz um treinador americano, nós misturamos aspirina transformada em pó com geléia de babosa, e aplicamos na região afetada, a combinação faz com que a aspirina seja levada diretamente ao fluxo sanguíneo, devido à ação penetrante da planta, provocando um alívio em poucos segundos.

Achamos que assim a aspirina funciona melhor (quando combinada com a babosa) pelo fato de não estar diluída.

Outro método adotado tem sido o de resfriar a geléia para usá-la em conjunto com um produto chamado metil-salicilato, a fim de estancar o sangramento e a dor, muitas vezes associados à sobrecarga muscular a que se submetem os corredores.

A geléia fria também pode ser utilizada na massagem, de regiões traumatizadas ou simplesmente, doloridas. Seja como for, a presença da geléia de babosa no tratamento de problemas artríticos, musculares ou epidérmicos (comuns em qualquer pessoa que pratique algum tipo de esporte) tem-se mostrado de grande utilidade.

No tratamento da febre, que é quase sempre o sintoma de alguma inflamação, a aplicação de emplastros de geléia de babosa tem resultados altamente positivos. Pela dilatação dos vasos e conseqüente irrigação do sangue para a área afetada, há casos de febres que baixaram em algumas horas.

Uma das pesquisas indicou uma capacidade, ainda não desvendada, de inibir o crescimento de vários tipos de bactérias, incluindo staphylocoecus e salmonela, ambas responsáveis por um sem número de doenças

A babosa é uma planta com inúmeras atividades terapêuticas . Pode curar gastrites, verminoses, anemias, alergias, queimaduras e, pasmem, até câncer. O pesquisador frei franciscano Romano Zago do Rio Grande do Sul, por acreditar no poder curativo da babosa, começou a empregá-la no tratamento de pessoas portadoras de câncer, com ótimos resultados.

Em entrevista concedida em 1995 a um jornal do Rio Grande do Sul, o frei declarou que a babosa é uma das plantas que possuem maiores poderes curativos. Há alguns anos a médica Joana Meirelles descobriu um tumor maligno no estômago. Depois de algumas cirurgias mal sucedidas, a médica resolveu optar pela medicina natural.

Começou a fazer uso de um xarope a base de babosa e atualmente está curada. Joana atribui a babosa a cura da sua doença. ” Não tinha mais esperanças com a medicina tradicional, então recorri a babosa como última alternativa. Hoje estou ótima de saúde “, diz a médica. O seu relato se soma aos depoimentos de inúmeras pessoas que também usaram a planta para curar-se de câncer.

O frei Romano afirma que a babosa responde a 70 % dos aminoácidos de que o organismo precisa, completando que a planta fortalece o organismo debilitado pela doença. Segundo o frei, milhares de pessoas se curaram do câncer aplicando sua fórmula de babosa. Existem histórias clínicas que comprovam a estabilização e melhora do quadro clínico de portadores de câncer, inclusive em estado terminal.

Em Salvador, muitas pessoas já vêm pesquisando a respeito da babosa, mais conhecida como aloe vera. O médico fitoterápico Hélder Targino, coordenador do Serviço Social do Mosteiro de São Bento da Bahia, diz que comprovações científicas mostram que a babosa cura muitas doenças, e tem poder cicatrizante, tonificante e antiinflamatório.

Mas quem pensa que a babosa só é conhecida no país engana-se. O mundo todo já pesquisa sobre a babosa. Uma indústria americana, a Forever Living Products, que possui uma das maiores plantações de babosa, vem pesquisando sobre o vegetal e hoje produz uma infinidade de produtos à base de babosa

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6 Comentários so far »

  1. Arthur Hingel said,

    Wrote on março 14, 2010 @ 6:53

    Tive um Câncer de bexiga grau 2 invasivo, e os médicos não tinham outra alternativa, tinham que retirar a minha bexiga, próstata… Iria urinar pelo ânus ou pelo umbigo… Com a cirurgia já marcada, tive um sonho em que uma pessoa me mostrava várias coisas para curar diversas doenças, quando chegou no câncer eu acordei e não me lembrava o que era, fiquei atormentado alguns dias tentando me lembrar daquele sonho que me pareceu tão real… Foi quando um amigo me ligou e me disse se eu queria emprestado um livro onde dizia que câncer tinha cura… Aceitei e quando vi a capa do livro me veio na mente, como um filme todo o sonho…
    Na capa do livro havia uma foto da BABOSA, então fiz o preparado e fiquei curado completamente!
    Hoje tenho a minha bexiga novinha!
    O livro se chama: O CÂNCER TÊM CURA do Frei Romano Zago. Posso provar com exames de antes da BABOSA e depois da BABOSA…

    Que Deus abençoe à todos!
    Arthur Hingel

  2. antonionventura said,

    Wrote on março 14, 2010 @ 16:00

    Artur Hingel.

    Obrigado por seu depoimento.

    Espero que mais pessoas possam ver o seu relato.

    A natureza é assim mesmo “generosa”, temos que aprender a ouvi-la.

    Um forte abraço.

    Antônio

  3. debora said,

    Wrote on maio 1, 2010 @ 3:29

    gostaria de sabe quei tem trasos de fociforme pode envolui

  4. antonionventura said,

    Wrote on maio 5, 2010 @ 13:38

    Débora.

    Sim pode evoluir.
    Parece que se refere à anemia falciforme. Ela é hereditária, se não tratada e cuidada poderá sim evoluir.

    Abraços.

  5. Thaynara De Souza Figueredo said,

    Wrote on junho 7, 2010 @ 3:32

    A babosa esta evoluindo em todo o Brasil estou na Faculdade e estou aprendendo muiiiiiiiiiito mesmo?

  6. antonionventura said,

    Wrote on junho 7, 2010 @ 8:46

    Thaynara.
    Como vai amiga?

    Obrigado.
    Se todos pudessem aprender um pouco sobre essa planta (Babosa), acredito que muitos enfermos se beneficiariam dela ao invés de usarem uma série de medicamentos cheios de contra indicação, que causam mais mal do que bem.

    Um forte abraço.

    Antônio Ventura

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