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	<title>Caminhos do Conhecimento - Tudo Para Enriquecer Seu Conhecimento &#187; Medicina &amp; Saúde</title>
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		<title>Doenças Degenerativas</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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Nos seres humanos são freqüentes as curvaturas patológicas da coluna vertebral. Podem ocorrer por debilidade dos ligamentos, doenças ou anomalias congênitas da coluna vertebral e por lesões ou contraturas dos músculos das costas, são as Doenças Degenerativas dos Orgãos e Tecidos.


São comuns também as afecções decorrentes do surgimento de uma hérnia do material do disco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong>Nos seres humanos são freqüentes as curvaturas patológicas da coluna vertebral. Podem ocorrer por debilidade dos ligamentos, doenças ou anomalias congênitas da coluna vertebral e por lesões ou contraturas dos músculos das costas, são as Doenças Degenerativas dos Orgãos e Tecidos.<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1294" title="Doenças Degenerativas" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Doenças-auto-imunes-150x120.jpg" alt="" width="150" height="120" /><br />
São comuns também as afecções decorrentes do surgimento de uma hérnia do material do disco intervertebral, que pode comprimir as raízes nervosas, dando origem a uma hérnia de disco.</p>
<p style="text-align: left;">A artrose (doença degenerativa) da coluna lombar também é muito freqüente.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1293"></span></p>
<p style="text-align: left;">A doença de Parkinson é uma doença degenerativa, caracterizada por lesões em áreas cerebrais que coordenam os movimentos. A epilepsia pode ser provocada por um dano direto ao cérebro durante o nascimento ou por uma falha metabólica do cérebro.</p>
<p style="text-align: left;">Quando ocorre uma convulsão epiléptica, o indivíduo perde a consciência, enquanto sofre de rigidez e espasmos musculares. Estes ataques podem ser registrados por um eletroencefalograma.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Doença de </strong><strong>Parkinson</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Doença incapacitante de progressão lenta que se caracteriza por tremores e rigidez crescente dos grupos musculares.</p>
<p style="text-align: left;">É conseqüência da degeneração de áreas neuronais específicas, e está associada à deficiência do neurotransmissor dopamina.</p>
<p style="text-align: left;">Descrita pela primeira vez no século XIX, a doença é mais comum nas nações desenvolvidas do Ocidente, alimentando a especulação de que seria um lamentável subproduto da industrialização.</p>
<p style="text-align: left;">Nos últimos anos, estudos baseados em um pequeno número de gêmeos excluíram a influência de fatores genéticos.</p>
<p style="text-align: left;">Outros estudos, no entanto, relacionaram uma deficiência genética ao início de algumas formas da doença, o que tem dificultado determinar com exatidão a porcentagem de casos que têm origem genética.</p>
<p style="text-align: left;">No final da década de 1990, um novo estudo — o maior já realizado para verificar o papel dos fatores genéticos ou ambientais no desenvolvimento da doença de Parkinson — trouxe evidências de que a genética tem pouca influência no surgimento do mal.</p>
<p style="text-align: left;">O estudo identificou 161 pares de gêmeos em que um dos irmãos desenvolveu a doença depois dos 50 anos e concluiu que a chance de que o seu gêmeo desenvolvesse a doença era a mesma de um estranho.</p>
<p style="text-align: left;">Os pesquisadores suspeitam que algum agente ambiental seja a causa do desencadeamento da doença. Tal agente é desconhecido, mas os cientistas especulam que a exposição a pesticidas e a outros produtos químicos, ou alguns itens da dieta alimentar podem ser os responsáveis.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Doença de </strong><strong>Alzheimer.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong>Doença degenerativa progressiva do cérebro, que hoje se considera a primeira causa de demência senil. A expectativa média de vida de quem sofre desta moléstia é entre cinco e dez anos, embora atualmente muitos pacientes sobrevivam por 15 anos ou mais.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Autismo.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Distúrbio grave de comunicação e conduta da infância, que se desenvolve antes dos três anos de idade. É possível que seja causado por um defeito genético, que pode consistir em alguma forma de doença auto-imune ou de moléstia degenerativa das células nervosas cerebrais.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Doença de </strong><strong>Creutzfeldt-Jacob</strong><strong></strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Forma de encefalopatia espongiforme que afeta a espécie humana. Essa doença causa uma degeneração do cérebro, sem nem mesmo provocar uma reação imune contra o agente infeccioso, com resultados fatais.</p>
<p style="text-align: left;">Produz uma demência que, geralmente, aparece entre os 50 e os 65 anos e afeta tanto homens como mulheres. Acredita-se ser causada por uma partícula infecciosa, constituída apenas por proteína, o príon.</p>
<p style="text-align: left;">Há uma forma genética da doença, provocada por uma mutação no gene para a proteína do príon, herdada de forma dominante.</p>
<p style="text-align: left;">A forma esporádica é a mais corrente e se deve a uma mutação espontânea dos genes para a proteína priônica humana. É possível o contágio com a doença de Creutzfeldt-Jacob pela ingestão de carne infectada com a encefalopatia espongiforme bovina (síndrome da <em>vaca louca</em>).</p>
<p style="text-align: left;">Contudo, ainda não se confirmou a existência real de um depósito animal do príon causador da moléstia.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Encefalopatia espongiforme bovina</strong> (BSE).</p>
<p style="text-align: left;">Doença degenerativa do cérebro que afeta o gado, conhecida popularmente como a &#8220;doença da vaca louca&#8221;. Foi identificada pela primeira vez no Reino Unido, em novembro de 1986.</p>
<p style="text-align: left;">Os sintomas incluem a falta de coordenação e sinais de senilidade, como, por exemplo, falta de interesse por água e comida, e comportamento imprevisível.</p>
<p style="text-align: left;">Faz mais de um século que foram descritas doenças similares no homem (doença de Creutzfeldt-Jakob). Os cientistas garantem que a doença não é transmitida ao homem através do leite ou da carne.</p>
<p style="text-align: left;">Apesar disso, uma vez identificada oficialmente a doença, foi decretado o sacrifício imediato dos animais suspeitos de a terem contraído.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Distrofia muscular</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Doença incapacitante, caracterizada por uma degeneração progressiva do músculo esquelético.</p>
<p style="text-align: left;">Há diversas formas clínicas: a distrofia muscular de Duchenne, na qual são afetados os músculos da pélvis e do tronco, provocando uma escoliose e um andar cambaleante. A distrofia muscular de Becker é uma forma leve da distrofia muscular de Duchenne.</p>
<p style="text-align: left;">A distrofia muscular facioscapuloumeral provoca atrofia e debilidade na musculatura da cintura escapular e dos membros superiores. A distrofia de cintura afeta os músculos da cintura escapular ou pelviana.</p>
<p style="text-align: left;">Na distrofia muscular miotônica existe, além de atrofia e debilidade, lentidão no relaxamento muscular pós-contração. Nesta última, podem ocorrer ainda cataratas bilaterais e alteração das funções reprodutoras.</p>
<p style="text-align: left;">No mundo imediatamente anterior ao início do terceiro milênio, mais de 800 milhões de pessoas passam fome e 500 milhões se alimentam de modo insuficiente. As doenças degenerativas, provocadas pela desnutrição, continuam a causar prejuízos, nos países mais pobres da Terra.</p>
<p style="text-align: left;">Doenças degenerativas têm atenção especial<strong> </strong>O presidente da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça), Patrick Aebischer, também estuda doenças degenerativas, mas concentrou sua palestra nas pesquisas realizadas sobre o Mal de Parkinson &#8211; doença neurológica que causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, e alterações na fala e na escrita.</p>
<p style="text-align: left;">Ao contrário do Alzheimer, o mal não afeta a memória do indivíduo.</p>
<p style="text-align: left;">Aebischer, cuja pesquisa é financiada pela Fundação Michael J. Fox (do ator canadense, vítima da doença) falou sobre a terapia genética com o uso de vetores virais, uma das esperanças para a cura. “No nosso laboratório muito já foi feito em roedores, que quase foram curados.</p>
<p style="text-align: left;">As experiências com primatastambém têm sido importantes. Mas ainda falta muito para que os resultados cheguem aos humanos‘‘, disse durante a palestra.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo o pesquisador, a doença é bastante suscetível à terapia gênica com vetores virais. “Sou bastante otimista, quero dar uma palavra de esperança aos doentes.</p>
<p style="text-align: left;">Quando eu era estudante de medicina não sabíamos nada sobre a doença, que tem a velhice como fator determinante. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas já alcançamos alguns resultados positivos com as pesquisas‘‘, acrescentou ele, em sua primeira visita ao Brasil.</p>
<p style="text-align: left;">Até hoje não foi descoberta a cura para o Mal de Parkinson. Informações colhidas no site da Associação Brasil Parkinson, entretanto, dão conta de que a doença pode e deve ser tratada, não apenas com o combate aos sintomas, mas também através do retardamento do seu progresso.</p>
<p style="text-align: left;">As armas da medicina para combater o mal são remédios, cirurgias, fisioterapia e terapia ocupacional, os quais combatem apenas os sintomas. A fonoaudiologia também é indicada para pacientes que têm problemas com a fala e a voz‘‘. (RM)</p>
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		<title>Doenças Renais</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Glomerulonefrite de lesão mínima (GNLM), ou “nil Disease”É uma Doença Renal  conhecida como “nefrose lipoídica”, é uma doença cuja etiologia é desconhcida, não sendo possível relacioná-la a processos alérgicos ou infecciosos.
Conceito 
Uma hipótese atual é de que se relacionaria a um distúrbio de células T.
Estes linfócitos atuariam através de liberação de  “linfocinas”, fatores solúveis que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong>Glomerulonefrite de lesão mínima (GNLM), ou “nil Disease”É uma Doença Renal  conhecida como “nefrose lipoídica”, é uma doença cuja etiologia é desconhcida, não sendo possível relacioná-la a processos alérgicos ou infecciosos.</strong></span></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Conceito </strong></span></div>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1290" title="Doenças Renais" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Doenças-Renais-150x128.jpg" alt="" width="150" height="128" />Uma hipótese atual é de que se relacionaria a um distúrbio de células T.</p>
<p style="text-align: left;">Estes linfócitos atuariam através de liberação de  “linfocinas”, fatores solúveis que poderiam alteram a permeabilidade glomerular.</p>
<p style="text-align: left;">Deve-se citar ainda a possível predisposição genética, havendo relatos de determinados antígenos do sistema HLA,  como o B12, cuja incidência  é alta em crianças com doenças recorrente.<br />
<strong><br />
<span id="more-1289"></span><br />
</strong></p>
<div style="text-align: left;"><strong>Patogênese</strong></div>
<p style="text-align: left;">Á microscopia ótica caracteristivamente não se observam alterções da estrutura glomerular. As paredes capilares são delicadas, a MB é normal e não existe proliferação emportante de células, ainda que leve poliferação celular e da matriz possa ser encontrada ocasionalmente.</p>
<p style="text-align: left;">Raramente temos algum grau de esclerose, mas pode haver atrofia tubular.</p>
<p style="text-align: left;">As lesões vasculaares também não são freqüentes. TratramentoIndica-se corticoterapia  em todas as idades.  Facilita a remissão, e tm contribuído para reduzir morbidade e mortaliodade.</p>
<p style="text-align: left;">Tem-se utilizado prednisona:  1 a 2 mg/Kg, ou mg/m2  em crianças ou  1 mg/Kg/dia para adultos, nào se ultrapassando 80 mg/dia.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>2-ESCLEROSE FOCAL (EF)Conceito:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Caracteriza-se por alterações que ocorrem em focos, acometendo áreas determinadas do rim, com preservação do restante do parênquima normal. São ainda, geralmente, segmentares, atingindo apenas segmentos dos glomérulos  acometidos.</p>
<p style="text-align: left;">Na glomeruloesclerose focal estas lesões são habitualmente justamedulares, poupandoos glomérulos mais corticais.É das cuasa mais freqüentes de síndrome neofrótica idiopática, aparecendo logo após a LM e a glomerulonefrite membranosa, ocorrendo com 5-12% dos pacientes, com incidência predominanate nas crianças, e no sexo masculino.</p>
<p style="text-align: left;">PatogêneseAnalisando patologias caracteriszadas a esta lesão não se identifica um mecanismo patogenético definido.</p>
<p style="text-align: left;">Sabe-se que viciados em herína podem desenvolver EF, mas não se conseguiu identifivar componentes da droga, ou de seus diluentes como responsáveis pela doença.</p>
<p style="text-align: left;">Também pacientes com refluxo vésico-ureteral crônico podem  apresentar lesões glomerulares semelhantes, e os pacientes transplantados podem ter recorrência da doença, o que sugeriu o envolvimento de fatores sistêmicos ou circulantes, mas todos os estudos já realizados na tentativa de sua elucidação forma infrutíferos.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tratamento</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Evolui para insuficiência renal, de maneira extramamente irregular, em períodos que variam de 1 a 20 anos, após o diagnóstico.  A maioria dos pacientes preserva boa funçao por maioria dos pacientes preserva boa função por mais de 10 anos.</p>
<p style="text-align: left;">Resposta a corticosteróides e imunossupressão não é habitual, acreditando a maioria dos nefrologistas que não devem ser utilizados, pela sua toxidade.</p>
<p style="text-align: left;">Quando existe alguma resposta à prednisona em crianças, pode-se tentar ciclofosfamida em dose de 2,5-g/Kg/dia. A ocorrência da doença em rins transplantados pode ocorrer em 30-40%  dos casos, e se ocorre perda da função renal em curto prazo não se deve tentar novo transplante.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
<span style="color: #000080;"><strong>GN Proliferativa  Mesangial(PM)</strong></span></strong></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Conceito</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Esta denominação é meramente morfológica, pois inclui patologias com características clínicas e imunológicas diversas, e que portanto poderão vir a ser reclassificadas.  GNPM aparece associada a hematúria, proteinúria discreta, sendo doença primária ou associada ao lupus eritematoso sistêmico(LES), nefropatria de Berger, frases de regressão da GN difusa aguda, etc.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Patogênese:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Há aumento de células e matriz mesangial, acometendo difusa e regularmente os glomérulos.  As paredes capilares são finas, sem anormalidades da MB, e com lúmens patentes.</p>
<p style="text-align: left;">Não se evidenciam alterações intersticiais e tubulares, mas no sistema vascular podem ser observados depósitos protéicos arteriolares, conhecidos como “hialinização”.</p>
<p style="text-align: left;">Áreas de esclerose segmentares podem estar presentes, tornando difícil a diferenciação, na fase inicial, com  esclerose focal, a menos que se lance mão da IF. O padrão é difuso e granuloso, com deposição de IgM  e  C3 uniformemente nas áreas mesangiais em paaredes celulares.</p>
<p style="text-align: left;">O encontro de IgG e C3, IgA ou a ausência de imunoglobulinas podem também ser os achados de IF. Quando predomina IgA diagnostica-se  “nefropatia de Berger”.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tratamento</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Sugere-se hoje que pacientes com hematúria ou proteinúria não-nefrótica não sejam tratados, e que os que desenvolvem síndrome nefrótica típica sejam submetidos a curso de corticosteróides e imunossupressores, caso respondam a tal modalidade terapêutica e apresentem  recorrências freqüentes.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>4-GN   Membranosa </strong></span></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Conceito:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">É basicamente uma doença de Ics que se depositam ao longo da MB,  principalmente em sua vertente epitelial, e que determina um espessamento da membrana.É  rara em crianças, representando, contudo, 20-50% das glomerulonefrites dos adultos.</p>
<p style="text-align: left;">Pode  ser idiopática, ou ser  conseqüencia da exposição a diversos antígenos ou exógenos (antígenos nucleares, tumores, tireoglobulinas, penicilamina, hepatite B, sífilis, fatores reumáticos, etc).</p>
<div style="text-align: left;"><strong> <span style="color: #000080;">Patogênese:</span></strong></div>
<p style="text-align: left;">Alguns mecanismos têm sido descritos, ainda que nenhum tenha sido definitivamente imputado como responsável. 1- Ics circulantes se depositariam ao nível da MB.</p>
<p style="text-align: left;">2- Anticorpo circulante reagiria com Ag da própria MB. 3- O mais aceito atualmente é o de que Ac circulante se ligaria a Ag extrínseco sobre a MB, em seu lado epitelial.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tratamento:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">A avaliação de resposta terapêutica é dificultada pela lenta evolução e pela alta incidência de remissões espontâneas, parciais ou completas.  Os resultados de diferentes séries são completamente conflitantes, ainda que envolvam pacientes tratdos ou não por terapêuta  específica.</p>
<p style="text-align: left;">Doses altas de prednisona (2mg/Kg em dias alternados) parecem provocar significativa redução da proteinúria, e boa evolução, em termos de função renal, num prazo de 3 anos.</p>
<p style="text-align: left;">A dose foi mantida por oito semanas e progressivamente reduzida até sua suspensão.</p>
<p style="text-align: left;">A ausência de melhora ao caabo de dois meses não significa falha do tratamento, e os pacientes que se beneficiam são os que não tenham redução  seuperior a 20% da função renal, quando iniciada a droga.</p>
<p style="text-align: left;">Atualmente consideramos que estes pacientes devem ser submentidos a pelo menos uma tentatibva de tratamento, ainda que alguns autores acreditem que pela toxicidade das drogas elas deveriam ser evitadas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
<span style="color: #000080;"><strong>5- GN  Membranosa Proliferativa (GNMP)</strong></span></strong></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Conceito:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Caracteriza-se pela associação de proliferação celular e espessamento de MB.  Acomete adultos e crianças, aparecendo com maior freqüencia na faixa de 5 a 30 anos, e não tem predominância por sexo .</p>
<p style="text-align: left;">Inicialmente caracterizava-se esta doença por hipocomplementemia, mas hoje sabe-se que pode também apresentar-se com C3 normal, ou com nível de C3 diferente, dependendo do estádio de evolução.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Patogênese:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">No tipo I suger-se participação de Ics, o que não é provável no tipo II, por não haver deposição de imunoglobulinas. Ics circulantes podem estar presentes, mas não  são I, também conhecido como glomerulonefrite lobular mostra à MO, uma proliferação difusa de células mesangiais e aumento da matriz, com aparência lobular dos glomérulos.</p>
<p style="text-align: left;">Há ainda com aparência lobular dos glomérulos. Há ainda uma interposição do citoplasma da célula endotelial, com deposição de novo material tipo MB entre a célula e o citoplasma interposto, que resulta em uma imagem de membrana dividida, tipo “linha de trem”, nas colorações com PAS ou prata.</p>
<p style="text-align: left;">O tipo II, ou doença de depósitos densos, mostra as mesmaos alterações à MO, de maneira menos marcante, mas à ME observa-se  que os depósitos são intramembranosos, tantos na MB glomerular quanto na tubular, e na cápsula de Bowman.</p>
<p style="text-align: left;">À IF destaca-se a presença de C3.  As imunoglobulinas estão ausentes, bem como outros componentes do complemento.  No tipo III podem ser encontrados depósitos subepiteliais, subendoteliais e mesangiais, e à IF chama atenção a predominância da C3 e a presença de properdina.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tratamento</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">O uso de corticosteróides associados a antiplaquetários e anticoagulantes tem mossytrado alguns bons resultados, mas são motivo de grandes controvérsias na literatura, não apenas na GNPM como  também em outras glomerulopatias.</p>
<p style="text-align: left;">Os transplantes renais podem ser realizados, quando há evolução para insuficiência renal terminal, apesar da alta incidência de recorrência da doinça Tipo II, pois mesmo que se desenvolva lesão “de novo”no órgão transplatado a função renal não é afetada a curto prazo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong><br />
6.Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva  -GNRP </strong></span></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Conceito:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Caracteriza-se do ponto de vista morfológico por extensa formação de “crescentes epiteliais” e do ponto de vista clínico, pela rápia perda da função renal.  Pode ocorrer como doença primária em cerca de 70% dos casos, ou ainda estar associada a doenças sistêmicas.</p>
<p style="text-align: left;">Quando se relaciona à hemorragia pulmonar e a anticorpos anti-MB é conhecida com síndrome de Goodpasture.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Patogênese:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">A GNRP pode estar associada a anticorpos anti-MB, a Ics circulantes, ou não se relacionar a qualquer alteração imunológica aparente.</p>
<p style="text-align: left;">Como a proliferação de células da cápsula de Bowman com formação de crescentes pode estar presente em praticamentes todos os tipos de glomerulonefrite, é provavelmente uma alteração não-específic, que ocorre em respostas a uma grave lesão glomerular.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tratamento:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">A perda da função renal é ocorrência freqüente na GNRP, e um déficit suficiente para requerer tratamento dialítico pode se definir em poucas semanas.</p>
<p style="text-align: left;">Alguns pacientes evoluem de maneira em pouco mais lenta, mas a insuficiência  renal se desenvolve em três a seis meses. Recentemente alguns trabalhos têm mostrado resultados mais favoráveis com novos esquemas de tratamentos.</p>
<p style="text-align: left;">Não se definiu ainda a possibilidade de recorrência da doença em rins transplantados.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>7- Glomerulonefrite  por  IgA </strong></span></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Conceito:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">A nefropatia por IgA é também conhecida como “Doença de Berger”, que a descreveu em 1968, caracterizando-a pela presença dominante de depósitos esparsos de IgA à  imunofluorescência.</p>
<p style="text-align: left;">Pode aparecer isoladamente ou associada a outras patologias, e suadisytribuição geográfica é muito variável, com altas incidências em determinadas regiões,  como Austrália e Japão, e ocorrência bem menor na América do Norte e Grã Betanha.</p>
<p style="text-align: left;">Incide  principalmente na segunda e terceira décadas, já tendo sidao, contudo, relatada em pacientes de 5 a 70 anos. É mais freqüente no sexo masculino, variando a prevalência de 2:1 até 6:1,  de acordo também com a distribuição geográfica, e existem controvérsias quanto à incidência renal e familiar.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Patogênese:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">À  M . O .   podemos encontrar glomérulo normal , ou ainda grau discreto de proliferação mesangial difusa.  Contudo, com alguma freqüência  se relata glomerulonefrite focal e segmentar, superposta à proliferação mesengial.</p>
<p style="text-align: left;">As lesões segmentares podem ser necrotizantes e estarem associadas à formação de crescentes ou esclerose ; podem relacionar-se à lesão  parenquimatosa progressiva.  Lesões túbulo-intersticiais podem também estar presentes.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tratamento:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Córticosteróides, imunossupressores, anticoagulantes,plasmaferese ou prevenção de infecções  através do uso de antibióticos  não  têm sido relacionados `a melhora do prognóstico, não tendo, portanto, indicação.</p>
<p style="text-align: left;">A  recorrência da doença em rins transplantados é muito alta, sendo a hematúria microscópica a principal manisfestação.</p>
<p style="text-align: left;">A perda de função renal é rara, a menos que se desenvolva em muito longo prazo, como na doença primária.  8- GN Pós-Estreptocócica (GNPE) Conceito:É  uma forma de doença renal que habitualmente evolui com quadro clínico de síndrome nefrítica aguda, cujas principais manisfestações são edema, oligúria, hematúria e HTN.</p>
<p style="text-align: left;">Pode-se ainda, de maneira variável, estar associada à proteinúria, redução da filtração glomerular, e até insuficiência renal água. Raramente aparece em crianças abaixo dos dois anos, e em adultos de qualquer idade, tedo seu pico de incidência na idade escolar. É mais freqüente no sexo masculino, numa proporção de 2:1.<br />
<span style="color: #000080;"><br />
</span></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Patogênese:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Acredita-se que produtos da paarede celular ou da membrana do estrepcoco possam agir com antígnos, o que entretanto ainda não foi confirmado.</p>
<p style="text-align: left;">Existe também a possibilidade de  que oestreptococo agindo sobre uma IgG a altere, tornando-a antigênica, induzindo a formação de IgG  anti IgG, com deposição de IC a nível  renal.Admite-se  hoje ser possível a associação de mais um  dos mecanismos propostos.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tratamento:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">O tratamento das GNPEs não-complicadas pode ser efetuado em caráter domiciliar, apenas requerendo hospitalização aqueles pacientes com significativa redução da função renal, com oligúria e retenção de escórias, hipertensão arterial grave, principalmente se acompanhada de encefalopatia hipertensiva, edema acentuado e/ou  congestão  pulmonar.</p>
<p style="text-align: left;">Não existe nenhuma evidência de que repouso prolongado, conforme  proposto antigamente, possa ser benéfico para a evolução do paciente.Na dieta, enfantizar a ingestão de sódio,  potássio, proteínas e calorias.</p>
<p style="text-align: left;">O controle de peso é parâmetro valioso para avaliação efetiva  do estudo de hidratação.  Restringem-se alimentos ricos em potássio nos casos oligúricos com hiperpotassemia.A hipertensão arterial é geralmente controlada apenas com repouso e com os diuréticos usados no tratamento do edema.</p>
<p style="text-align: left;">Entretanto, em determinados casos,  ela se torna mais grave, e requer tratamento com drogas anti-hipertensivas.  Nos casos considerados como emergências, utilizam-se os medicamentos preconizados  no tratamento da crise hipertensiva: diazóxido e nitroprussiato de sódio.</p>
<p style="text-align: left;">Quando não há emergências os anti-hipertensivos orais devem ser instituídos:  hidralasina, propranolol, alfa metildopa,etc., em doses dependentes das respostas individuais.Antibióticos devem ser prescritos  apenas  nos pacientes com infecção em atividade .</p>
<p style="text-align: left;">A infeção urinária, de ocorrência relativamente freqüente, complicando GNPE, deve ser tratada da maneira habitual.</p>
<p style="text-align: left;">Quando a doença não segue o curso habitual, indica-se  biópsia renal, pela possibilidade de diagnóstico de outras formas de glomerulonefrite, que podem requerer o uso daquelas drogas, ou mesmo de anticoagulantes e antiplaquetários, que apesar das controvérsias parecem atuar em alguns tipos de lesão glomerular.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>9- Disfunção  Tubular Renal Conceito:A disfunção tubular renal tem sido descrita como  lesão secundária à SN. </strong></span></p>
<div style="text-align: left;"><strong> <span style="color: #000080;">Patogênese:</span></strong></div>
<p style="text-align: left;">A reabsorção de proteína filtrada pelo túbulo em quantidades aumentadas parece ser a causadora desta lesão. Encontraremos então glicosúria, aminoacidúria, hiperfosfatúria, perda tubular de potássio e acidose hiperclorêmia.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tratamento:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">A disfunção tubular, em estudos recentes vem sendo relacionada ao prognóstico e diagnóstico da SN.  A glicosúria e hipercloremia são indicativas de TVR, enquanto a hipercloremia isolada tem sido descrita em pacientes com GNMP.</p>
<p style="text-align: left;">O aparecimento de anomalias tubulares em crianças com SN idiopática tem sido relacionado de insuficiência renal crônica no período de 4 a 7 anos.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><br />
<strong>10- Hiperlipidemia  e  doença  cardiovascular </strong></span></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Conceito:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Risco de arteriosclerose coronariana em pacientes com hiperlipidemia e SN  ainda não está claramente definido mas dois fatores devem ser considerados. Primeiro a duração da doença nefrótica e da hiperlipidemia e segundo, a presença de lipoproteína HDL.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Patogênese:</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">A predisposição para arteriosclerose na presença da hipercolesterolemia é bastante conhecida  e uma vez que SN se acompanha de níveis elevados de colesterol, é fácil pressupor o aumnto da tendência para este  tipo de acontecimento.</p>
<p style="text-align: left;">No entanto, o fator crítico para este desenvolvimento, segundo os estudos de Gordon et al , seriam os níveis de colesterol  HDL.</p>
<p style="text-align: left;">Níveis altos de colesterol HDL, comparados ao  colesterol total e ao  LDL, parecem conferir uma proteção contra a arteriosclerose pelo aumento da capacidade carreadora de colesterol, prevenindo então o mecanismo  seu acúmulo  no endotélio vascular.</p>
<p style="text-align: left;">A perda de HDL pela  urina  na SN  seria então o mecanismo chave  desta predisposição.  Tratamento:A terapêutica  com drogas na hiperlipidemia da SN é geralmente insatisfatória.</p>
<p style="text-align: left;">Clofibrate por exemplo, embora reduza os níveis de colesterol tem sua concentração aumentada no sangue, devido à hipoalbuminemia, passando o clofibrate livre no plasma, que normalmente é de 3 a 8%, para 25%, obrigando a uma redução importante da dose e controle das enzimas que refletem o metabolismo muscular.</p>
<p style="text-align: left;">Bibliografia BURTON, David  Rose, M. D. Pathophysiology of Renal Disease.  Mc-Graw-hill Inc., 1981. BRENNER, M. D. and RECTOR.  The Kiney.  W. B.  Saunders Company, 1981. GLASSOCK, M. D. Current Therapy In Nephrology  And  Hypertension. B. C. Decker Inc., 1984 &#8211; 85.</p>
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		<title>Dengue</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Dengue estava erradicado do Brasil há cerca de 40 anos, durante o ano 1986, registraram-se epidemia da infecção nos estados do Rio de Janeiro, Alagoas e Ceará, tendo notificados cerca de 800 mil casos. 
A situação atual é grave e os epidemologistas chegam a considerar impossível o controle da doença.
No decorrer do primeiro semestre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #993300;">O Dengue estava erradicado do Brasil há cerca de 40 anos, durante o ano 1986, registraram-se epidemia da infecção nos estados do Rio de Janeiro, Alagoas e Ceará, tendo notificados cerca de 800 mil casos. </span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1286" title="Dengue" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Dengue1-150x108.jpg" alt="" width="150" height="108" />A situação atual é grave e os epidemologistas chegam a considerar impossível o controle da doença.</p>
<p style="text-align: left;">No decorrer do primeiro semestre do ano de 1986, na cidade de Nova Iguaçu, localizaram,numa região chamada de Baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, surgiram vários casos de uma estranha doença, que se caracterizava por febre alta e grande prostração das pessoas acometidas.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1285"></span></p>
<p style="text-align: left;">Em pouco tempo, esta enfermidade se alastrou acometendo em torno de 2000 pessoas naquela cidade. Este acontecimento chamou a atenção das autoridades sanitárias que começam a investigar o fato.</p>
<p style="text-align: left;">Após estudos das pessoas contaminadas e exames laboratoriais registrados, chegou-se a conclusão que a doença em questão era a febre Dengue.</p>
<p style="text-align: left;">Nesta ocasião, a disseminação da moléstia já tinha atingido proporções de uma epidemia, tendo sido registrados outros casos em outros lugares da Baixada, bem como Niterói e no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>O QUE É DENGUE?</strong><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">O dengue é uma doença febril aguda, de etiologia viral (quatro sorotipos Den-1, Den-2, Den-3 e Den-4) e de evolução benigna na forma Clássica e a temida Febre Hemorrágica do Dengue. O agente etiológico do dengue é um arbovirus (transmitido por artrópodes) do gênero Flavivirus, pertencente à família Flaviviridae.</p>
<p style="text-align: left;">Os vetores são Mosquitos doGênero Aedes, que faz a transmissão pela picada (durante o dia) do mosquito infectado, no ciclo Homem-Aedes-Homem.</p>
<p style="text-align: left;">A transmissibilidade no homem começa um dia antes do aparecimento da febre e vai até o sexto dia da doença (viremia), no mosquito após repasto de sangue, o vírus se localiza nas glândulas salivares, onde se multiplica depois de 8 a 12 dias de incumbação, que uma vez infectado, o mosquito assim permanece até o final de sua vida (6 a 8 semanas).</p>
<p style="text-align: left;">O período de incubação varia de 3 a 15 dias, sendo em média de 5 a 6 dias. A suscetibilidade ao vírus do Dengue é universal. A Febre Hemorrágica do Dengue apresenta os sintomas iniciais indistintos daqueles do Dengue Clássico, evoluindo rapidamente para manifestações hemorrágicas de gravidade variável.</p>
<p style="text-align: left;">A manifestação hemorrágica mais comum é a prova do laço positiva (Não realizá-la com garrote ou torniquete).</p>
<p style="text-align: left;">Nos casos graves, após o desaparecimento da febre entre o 3o e 7o dia, o estado do paciente se agrava rapidamente, com o surgimento dos sinais de insuficiência circulatória  (choque).</p>
<p style="text-align: left;">Caracteriza-se por uma febre que se inicia bruscamente, durando de quatro a cinco dias e oscilando entre 38 a 40 C. Junto coma febre, surge a dor de cabeça, dores musculares e articulares muito fortes, fraqueza, prostração e falta de apetite.</p>
<p style="text-align: left;">Três a quatro dias após o início do quadro surge manchas vermelhas na pele, o exantema,que podem ser semelhantes às do sarampo, da rubéola ou mesmo da escarlatina. Esse exantema é mais acentuado nas regiões palmoplantares, podendo originar prúrido.<br />
<span style="color: #000080;"><br />
<strong>QUAL A DURAÇÃO DA DOENÇA?</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Em média, o dengue dura de dois a quatro dias nas crianças de e de sete dias nos adultos. A prostração e a falta de apetite podem perdurar por alguns dias após a fase febril da doença.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO?</strong><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">O diagnóstico do dengue é feito basicamente pelo quadro clínico, muito característico, mas pode ser feito por exames de sangue e isolamento do vírus.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>COMO SE TRANSMITE A DOENÇA?</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">A única forma de transmissão da dengue é através da picada do mosquito <em>AEDES AEGYPTI.</em> Não existe contato inter- humano. Após a contaminação a doença pode levar de três à quinze dias para ser manifestar, mas isso ocorre na maioria das vezes em cinco ou seis dias.</p>
<p style="text-align: left;">O homem é capaz de transmitir o vírus para o mosquito desde um dia antes do aparecimento dos sintomas até cinco dias após terem surgido os sintomas . O mosquito torna-se infectante entre oito e onze dias após ter picado o enfermo e assim permanecer pelo resto de sua vida.<br />
<strong><br />
</strong> <strong> <span style="color: #000080;">QUAL O TRATAMENTO DO DENGUE?</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Não existe tratamento específico contra a dengue. A pessoa doente de dengue deve manter-se em repouso, beber muito líquido e só usar medicamento para aliviar as dores e febre.</p>
<p style="text-align: left;">Não devem ser usados remédios à base de ácido acetil salicílico, como a Aspirina e o AAS. Caso haja piora do estado do doente deve-se procurar orientação médica.</p>
<p style="text-align: left;">As pessoas que já contraíram a forma benigna devem procurar, imediatamente, atendimento médico em caso de reaparecimento dos sintomas, pois pode ocorrer o risco de estar com dengue hemorrágico, que é a forma mais grave da doença, e que pode levar à morte.</p>
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		<title>Reumatologia</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Reumatologia é uma Especialidade Médica que trata das doenças reumáticas como Espondilite Anquilosante, que é uma doença que afeta principalmente homens jovens de 15 a 40 anos, que  caracteriza-se por dor e rigidez na região lombar com imobilidade progressiva da espinha. 
Espondilite  Anquilosante.

Não é comum levar à deformidades, começa a nível da lombo sacra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong>A Reumatologia é uma Especialidade Médica que trata das doenças reumáticas como Espondilite Anquilosante, que é uma doença que afeta principalmente homens jovens de 15 a 40 anos, que  caracteriza-se por dor e rigidez na região lombar com imobilidade progressiva da espinha. </strong></span></p>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Espondilite  Anquilosante.<br />
</strong></span></div>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1280" title="Reumatologia" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Reumatologia-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Não é comum levar à deformidades, começa a nível da lombo sacra, onde se caracterza a Coluna em Bambú .</p>
<p style="text-align: left;">Pode haver uma consolidação das articulações lombo sacra, quadril e coluna.</p>
<p style="text-align: left;">Quadro Clínico : dor lombar, piora à noite, rigidez matinal, dor do tipo ciática, limitação dos movimentos da coluna.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1279"></span><br />
Espondilite Deformante &#8211; Os pac. lembram a letra &#8220;Z&#8221;, rigidez de ombros, cansaço, lassidão, atrofia, irite e fibrose pulmonar.</p>
<p style="text-align: left;">Diagnóstico diferencial da Espondilite Anquilosante &#8211; Osteíte condensante do ílio &#8211; è uma inflamação que endurece.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Artrite Reumatóide</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Doença generalizada do tecido conjuntivo, envolvendo estruturas extra articulares e articulações.Principalmente em mulheres +/- 40 anos.</p>
<p style="text-align: left;">É mais grave e não precisa ter trauma anterior. Se tem 3 explicações para a causa:</p>
<p style="text-align: left;">1. Infecção &#8211; vírus, concomitante com infecções, daí o organismo reage.</p>
<p style="text-align: left;">2.Autoimunidade &#8211; aumento dos ácidos circulantes.</p>
<p style="text-align: left;">3. Hereditariedade &#8211; e também clima, trauma, fatores endócrinos, fatores psicológicos. Não precisa ter cargas, preferência a articulações que não tem carga.</p>
<p style="text-align: left;">Principais locais: articulação interfalangeana, punho, quadril, joelho, pés, matacarpo falangeans, cotovelo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>A mais comum é a Luxação Atlanto &#8211; Cervical.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Quadro Clínico: Poliartrite simétrica, podendo surgir  com febre, sudorese, enrijecimento matinal, deformidade em pescoço de cisne ou em botoeira, nódulos, artrite monoarticular aguda ou crônica de grande art., parestesia e Raynaud, e subluxação dorsal do pulso. PP:( Deformidade no punho, desvio radial.</p>
<p style="text-align: left;">Deteriorização de todas as articulações de acordo com o desequilíbrio muscular daquela região).</p>
<p style="text-align: left;">Diagnóstico diferencial: Lúpus Eritematoso Sistêmico, Poliartrite Nodosa, Dermatomiosite, Esclerodermia, Febre Reumática.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Diferença de AR e Osteoartrite.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">AR &#8211; Atinge as partes não sobrecarregadas ( sem carga )Osteoartrite &#8211; Tem preferência por aticulações com maiores cargas.</p>
<p style="text-align: left;">Exames: Paciente fletido ( em pé com o tronco fletido), verificar gibosidades, se um lado é mais alto que o outro.</p>
<p style="text-align: left;">Doença de Still &#8211; É uma variante a Artrite Reumatóide. Pode também ser chamada de Poliartrite Juvenil Crônica. Acomete principalmente meninas.</p>
<p style="text-align: left;">Manifestações clínicas: Febre, poliartrite ( poucas artic. geral 1/1 ou ambos os joelhos), queixo curto, dedos curtos nas mãos e pés</p>
<p style="text-align: left;">Diagnóstico: Poliartrite ou monoartrite em crianças por mais de 3 meses, ou poliartrite com mais de um desses sintomas:</p>
<p style="text-align: left;">Exantema Típico<br />
Iridiciclite.<br />
Acometimento da Coluna Cervical.<br />
Febre Intermitente.</p>
<p style="text-align: left;">Diagnóstico Diferencial : Outras artrites na infância, febre de origem desconhecida, leucemia aguda, osteocondrite.<br />
<span style="color: #000080;"><strong><br />
Osteoartrite/Osteoartrose &#8211; </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Degeneração das articulações. Acomete as articulações ou por osteoporose, por trauma anterior, onde existe a perda do desenho normal do osso.</p>
<p style="text-align: left;">Quadro Clínico: Dor, rigidez, tumefação, limitação do movimento, attrofia muscular, deformidade ( genu varo ou valgo ), nódulos, parestesias.</p>
<p style="text-align: left;">Patologia da Osteoartrite/Osteoartrose: Rutura da cartilagem que envolve o osso, com a exposição da cartilagem subcondral ( sai um pedaço ), ou vira um cisto, ou sái e se junta com o líquido e expessa ainda mais a cápsula articular.</p>
<p style="text-align: left;">O líquido pode entar pela fissura que vai criar cistos, aumentando ainda mais a deformidade. Pode acometer qualquer articulação, porém pode ser causada por taruma direto, ou idade.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Lupus Erictematoso Sistêmico. </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Afeta principalmente mulheres jovens  com:  lesões típicas de pele, artralgia, distúrbios sistêmicos, presença de anticorpos  antinuclear no soro (ANA), caráter famíliar.</p>
<p style="text-align: left;">Fatores Precipitantes: luz solar, antibióticos de largo especto, drogas antitiroideanas, contraceptivos orais.</p>
<p style="text-align: left;">Quadro Clínico: Artralgia ou artrite em mulher de meia idade ou jovem, febre às vezes semelhante à AR, não tem lesões deformantes das articulações.</p>
<p style="text-align: left;">O mais comum é a sinovite fibrosante, podendo ser causa de necrose avascular da cabeça do fêmur, febre, mal estar, lesões<br />
na pele em forma de borboleta.</p>
<p style="text-align: left;">Diagnóstico Essencial:VHS acima de 20 mm/h</p>
<p style="text-align: left;">Tratamento: remover e evitar fatores precipitantes.Prognóstico: se não tratada, leva à morte em  poucos anos, levando a doenças reanais e neurológicas.</p>
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		<title>Plantas Medicinais</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Senhor produziu da terra os medicamentos; o homem sensato não os desprezará, aconselha o Eclesiástico, 39: 4
 No entanto, muito antes desta alusão no texto sagrado à fitoterapia (As Plantas Medicinais), ou medicação pelas plantas, já fora criado, divulgado e transmitido, entre as mais antigas civilizações conhecidas, o hábito de recorrer às virtudes curativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #993300;">O Senhor produziu da terra os medicamentos; o homem sensato não os desprezará, aconselha o Eclesiástico, 39: 4</span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1273" title="Plantas Medicinais" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Plantas-Medicinais-150x120.jpg" alt="" width="150" height="120" />No entanto, muito antes desta alusão no texto sagrado à fitoterapia (As Plantas Medicinais), ou medicação pelas plantas, já fora criado, divulgado e transmitido, entre as mais antigas civilizações conhecidas, o hábito de recorrer às virtudes curativas de certos vegetais.</p>
<p style="text-align: left;">Pode afirmar-se que se trata de uma das primeiras manifestações do antiquíssimo esforço do homem para compreender e utilizar a Natureza como réplica a uma das suas mais antigas preocupações; a que é originada pela doença e pelo sofrimento.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1272"></span></p>
<p style="text-align: left;">É admirável que todas as civilizações, em todos os Continentes, tenham desenvolvido, a par da domesticação e da cultura das plantas para fins alimentares, a pesquisa das  suas virtudes terapêuticas. Mas é talvez ainda mais admirável que este conjunto de conhecimentos tenha subsistido durante milênios, aprofundando-se e diversificando-se, sem nunca, porém, cair totalmente no esquecimento.</p>
<p style="text-align: left;">A utilização das propriedades do ópio obtido da dormideira, 4 mil anos antes de se conhecer o processo de extração da morfina, é, sob esse ponto de vista, bem significativa da perenidade destes conhecimentos, que durante muito tempo permaneceram empíricos, e que, desde há alguns séculos, o processo das ciências modernas tornou mais rigorosos.</p>
<p style="text-align: left;">Mesmo atualmente, apesar do espetacular desenvolvimento da quimioterapia, a fitoterapia continua a ser muito utilizada, readquirindo até um certo crédito desde que foram divulgadas as conseqüências, por vezes nefastas, do abuso dos compostos químicos.</p>
<p style="text-align: left;">Para se ter uma visão de conjunto do progresso dos conhecimentos humanos referentes às plantas medicinais, devem distinguir-se 3 grandes períodos.</p>
<p style="text-align: left;">Durante as Antigüidades Egípcias, Grega e Romana acumulam-se numerosos conhecimentos empíricos que serão transmitidos, especialmente por intermédio dos árabes, aos herdeiros europeus dessas civilizações desaparecidas.</p>
<p style="text-align: left;">Finalmente .no final do século XVIII, o progresso muito rápido das ciências modernas veio enriquecer e diversificar em proporções extraordinárias os conhecimentos sobre as plantas, os quais atualmente se apoiam em ciências tão variadas como a Paleontologia, a Geografia, a Citologia, a Genética, a Histologia, e a Bioquímica.</p>
<p style="text-align: left;">Também podemos observar o conhecimento progressivamente adquirido das regras de dosagens específicas para cada droga; esta prática ampliou-se ao fabrico e à administração de todos os remédios e pode-se afirmar que nasceu assim a receita médica e a respectiva posologia.</p>
<p style="text-align: left;">Estes conhecimentos médicos iniciados no antigo Egito, divulgaram-se nomeadamente na Mesopotâmia. Em 1924, o doutor Reginald Campbell Thompson, do Museu Britânico, conseguiu identificar 250 vegetais, mineiras e substâncias diversas cujas virtudes terapêuticas, os médicos Babilônios haviam utilizado, especialmente a beladona, administrada contra os espasmos, a tosse e a asma; os pergaminhos da Mesopotâmia mencionam o cânhamo indiano, ao qual se reconhecem propriedades analgésica que se receita para bronquite reumatismo e insônia.</p>
<p style="text-align: left;">O longo período que se seguiu no Ocidente, a queda do Império Romano, designado universalmente por Idade Média, não foi exatamente uma época caracterizada por rápidos progressos científicos. Os domínios da ciência, da magia e da feitiçaria, tendem freqüentemente a confundir-se; drogas como meimendro-negro, a beladona e a mandrágora, serão consideradas como plantas de origem diabólica.</p>
<p style="text-align: left;">Assim Joana d Arc será acusada de atormentar os ingleses pela força e virtude mágica de uma raiz de mandrágora escondida sob a couraça. Contudo não é  possível acreditar que na Idade Média se perderam completamente os conhecimento adquiridos durante os milênios precedentes.</p>
<p style="text-align: left;">O desenvolvimento das rotas marítimas coloca efetivamente a Europa no centro do mundo, os produtos dos países longínquos abundam e entre eles as plantas até aí desconhecidas, com virtudes por vezes surpreendentes os conquistadores suportaram eles próprios a experiência das propriedades mortais do curare; a casca de quina é utilizada para baixar a temperatura nas febres palúdicas muito antes de se ter conhecimento de como dela se extrair a quinina; a América dá ainda a conhecer as virtudes anestésicas e estimulantes da folha de coca.</p>
<p style="text-align: left;">No encalce dos descobridores prosseguem os exploradores, missionários como o padre Plumier, botânicos como Tournefort, que, em 1792, regressa do Oriente com 1356 plantas então desconhecidas na Europa.</p>
<p style="text-align: left;">Finalmente, os esforços de classificação culminam em 1735 com a publicação do SYSTEMA NATURAE, de Lineu. O grande naturalista sueco adota como princípio de distinação e classificação a distribuição dos órgãos sexuais nas flores e as características dos órgãos masculinos, os estames.Para ele, os dois grandes ramos em que se divide o reino vegetal são o das Criptogânicas, em que os estames e o pistilo são invisíveis a olho nu, e o das Fanerogâmicas, em que estes são visíveis.</p>
<p style="text-align: left;">Dentro destas últimas, por sua vez, estabelecem-se 23 classes, segundo critérios morfológicos. Depois de Lineu, os trabalhos dos irmãos Jussieu, Josseph, Antoine e Bernard, bem como os de seu sobrinho, Antoine Laurent de Jucieu, desenvolveram ulteriormente a botânica descritiva e contribuiram para o aperfeiçoamento da classificação sistemática, sem terem esgotado todas as suas possibilidades.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Se fizer uma retrospectiva do caminho percorrido desde as primeiras receitas conhecidas da época da sexta dinastia Egípcia, verificar-se-á que foi uma longa caminhada; contudo, comprovar-se-á que ela sempre se desenvolveu na mesma direção, sem mudanças radicais.</p>
<p style="text-align: left;">O catálogo das plantas medicinais enriqueceu-se, a descrição das características dos simples e a indicação de suas utilizações foram aprofundadas, a classificação das suas espécies foi feita com base científica.</p>
<p style="text-align: left;">A medicina pelas plantas: um longo percurso que não está ainda próximo do fim&#8230;</p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong><strong>A FÁBRICA VEGETAL</strong></p>
<p style="text-align: left;">As plantas verdes utilizam a água do solo, a energia solar e o gás carbônico do ar para fabricar glúcidos. Esta transformação de compostos orgânicos sob a ação da energia solar chama-se fotossíntese e dá-se ao nível das folhas, nos cloroplastos, que contém a clorofila. A partir dos glúcidos, formam-se as reservas energéticas e os compostos secundários: lípidos, essências e heterósidos.</p>
<p style="text-align: left;">A célula vegetal, como qualquer célula viva, respira, absorvendo oxigênio e expelindo dióxido de carbono. Durante o dia estas trocas gasosas são mascaradas pelas da fotossíntese. Desta atividade, resulta, de dia, uma forte emissão de oxigênio ,e durante a noite, uma ligeira libertação de dióxido de carbono.</p>
<p style="text-align: left;">Por um outro processo, as plantas verdes utilizam sais minerais e nitratos, que absorvem pela raiz, para sintetizar prótidos e alcalóides.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong> ALTEIA</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;">A alteia é famosa pelas suas virtudes béquicas e emolientes. Assim seguindo algumas opiniões, supera a malva nas suas virtudes. A designação de malvaisco sugere uma relação entre duas plantas. Efetivamente, as utilizações medicinais da malva, que pertence também à família das malváceas, são muito semelhantes às desta planta.</p>
<p style="text-align: left;">Proveniente das estepes asiáticas muito antes da era cristã, a alteia aclimatou-se facilmente na Europa. Recenciada num dos capitulares de Carlos Magno, cultivada durante toda a alta Idade Média, foi durante muito tempo aproveitada nos jardins dos mosteiros, de onde se evadiu, tornando-se espontânea, e sendo atualmente considerada como um dos simples mais apreciados.</p>
<p style="text-align: left;">A malva da Índia, ALTHAEA ROSEA L., um dos parentes da alteia, é muito cultivada e conhecida; é a malva-real dos poetas, com folhas lavradas e grandes flores de cor intensa. As flores cor de tijolo escura destas variedades podem substituir as flores das alteias; as raízes e as folhas não são utilizadas.</p>
<p style="text-align: left;">Habitat: Europa, Zonas Costeiras, Margens dos cursos de água; em Portugal, nos locais úmidos do Douro, beiras e estremadura; até 300 metros.</p>
<p style="text-align: left;">Partes utilizadas: raiz (outono), flores (julho-agosto), folhas frescas ou secas (junho); secagem à sombra ou em estufa.</p>
<p style="text-align: left;">Indicações: abcessos, acne rosacea, afta, anginas, cistites, dentes, diarréia, gengivas, obstipação, óleos, pele, sono, tosse.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
</strong> <strong> CASTANHEIRO </strong></p>
<p style="text-align: left;">Segundo se supõe, o castanheiro foi importado do Irão no século V A.C.. Esta árvore propagou-se, por meio de cultura, através de toda a Europa, aclimatando-se principalmente na montanhas silenciosas e em todos os locais onde as suas raízes encontraram um solo profundo e bem drenado, pois o solo calcário é funesto para esta árvore.</p>
<p style="text-align: left;">O seu crescimento é primeiro lento, acelerando-se em seguida, e a árvore adquire, por volta de 50 anos, o seu porte definitivo. Se estiver isolado, o tronco mantêm-se baixo, a copa expande-se  e a frutificação tem início aos 25 ou 30 anos.</p>
<p style="text-align: left;">Se fizer parte de uma floresta, cresce impetuosamente e dá frutos aos 40 ou 60 anos. As castanhas que surgem em grupos de duas ou três no interior dos seus ouriços hirsutos, não devem ser confundidas com as castanhas-da-Índia; comem-se assadas ou cozidas e têm um grande valor nutritivo.</p>
<p style="text-align: left;">O castanheiro pode viver muitos anos e em alguns casos atingir 1000 anos de existência. Com o tempo, o tronco torna-se oco. Há alguns anos, existia ainda na Sicília, nas encostas do Etna, um castanheiro cujo tronco oco, servia de abrigo a um rebanho de ovelhas, e que, segundo camponeses, deveria ter 4000 anos.</p>
<p style="text-align: left;">Habitat: Europa Meridional, bosques, montanhas; em quase todo o País; até 1300 metros.</p>
<p style="text-align: left;">Partes utilizadas: casca, folhas, amentílios, frutos(setembro-novembro).</p>
<p style="text-align: left;">Indicações: astenia, cabelo, convalescença, desmineralização, diarréia, esterilidade, faringite, tosse.</p>
<p style="text-align: left;"><strong> PINHEIRO-BRAVO</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;">O primeiro, que cresce espontaneamente em todo litoral Mediterrânico, adapta-se à solos pobres, necessitando, porém, de luz e um mínimo de calor. Em tempos de D.Dinis passou-se à sementeira do Pinheiro-Bravo na mata de Leiria, onde até então predominava o Pinheiro-Manso, de vegetação espontânea.</p>
<p style="text-align: left;">Quer se deva à este rei quer à seu pai, D.Afonso Terceiro, este famoso pinhal ocupa atualmente uma extensa área do litoral ( cerca de 11000 ha). É explorado para extração da Terebentina, uma óleorresina localizada nos canais secretores do lenho que é recolhida por meio de incisões.</p>
<p style="text-align: left;">Das gemas, frescas ou secas, preparam-se, além de infusões, xaropes, pastilhas, muito utilizadas no inverno para tratar as bronquites e também banhos medicinais relaxantes. A secagem é feita sobre caniços, durante 1 ou 2 meses, ou em forno tépido.</p>
<p style="text-align: left;">Habitat: Europa, litoral Mediterrânico e Atlântico; frequente em solos calcáreos; até 1600 metros.</p>
<p style="text-align: left;">Partes utilizadas: agulhas(todo o ano), gemas (antes de desmanchar), seiva e lenho.</p>
<p style="text-align: left;">Indicações: banho, bronquite, cabelo, cistite, fadiga, gota, pé, reumatismo, sudação.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Trabalho de Programa de Saúde<br />
Grupo:Pedro Simão de Miranda-32<br />
Matéria:Sobre Plantas Medicinais<br />
Bibliografia:Segredos e virtudes das plantas medicinais</p>
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		<title>Colesterol</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Colesterol é um dos tipos de gorduras ou lipídios que são essenciais à vida, a acumulação de gorduras nas artérias leva à redução do fluxo sanguíneo e ao desenvolvimento da aterosclerose.

O colesterol não tem somente lado ruim, também é um importante constituinte das membranas celulares, produção de hormônios, fabricação de vitamina D, transporte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong>O Colesterol é um dos tipos de gorduras ou lipídios que são essenciais à vida, a acumulação de gorduras nas artérias leva à redução do fluxo sanguíneo e ao desenvolvimento da aterosclerose.<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1268" title="Colesterol" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Colesterol1-150x138.jpg" alt="" width="150" height="138" />O colesterol não tem somente lado ruim, também é um importante constituinte das membranas celulares, produção de hormônios, fabricação de vitamina D, transporte de gordura do intestino para o fígado, músculos e tecido adiposo e é vital para a formação e estrutura das células do nosso organismo.</p>
<p style="text-align: left;">O colesterol está presente também na formação de alguns hormônios.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1266"></span><br />
Quando os valores do colesterol e triglicerídios (outra gordura) se elevam acima do normal, existe risco de acumulação destas gorduras nos tecidos e principalmente nos vasos sanguíneos.</p>
<p style="text-align: left;">Esta pode desencadear várias doenças cardíacas, cardiopatia isquêmica e enfarte do miocárdio, através a redução do fluxo sanguíneo no cérebro pode causar um acidente vascular cerebral</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Sintomas e sinais</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Os valores elevados do colesterol não provocam sintomas. A única forma de identifica-los é através de um exame de sangue.</p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #000080;">Causas</span></h2>
<p style="text-align: left;">O colesterol é uma das gorduras que circulam no nosso organismo. A outra é os triglicérideos, eles são utilizados como energia pelas nossas células.</p>
<p style="text-align: left;">As gorduras não se dissolvem em água, por isso, para serem transportados pelo organismo devem ser embrulhados junto com as proteínas,formando as lipoproteínas.</p>
<p style="text-align: left;">Os principais tipos de lipoproteínas são as LDL (colesterol mau), pois transportam o colesterol para todas as partes do corpo e pode ocorrer a  acumulação na parede das artérias.  E os HDL (colesterol bom) têm a função de remover o colesterol em excesso nos tecidos.</p>
<p style="text-align: left;">O ideal seria ter baixos valores de LDL, e baixos valores elevados de HDL, com o objetivo de reduzir o risco de desenvolvimento de placas nas paredes das artérias e a doença coronária.</p>
<p style="text-align: left;">A elevação dos valores de LDL pode ser causada por distúrbios genéticos ou hábitos de vida incorretos. O que faz subir o LDL: Carnes gordurosas e pele de aves, todo e qualquer embutido, frutos do mar, gema de ovo, miúdos, bife de fígado, doce, leite integral e seus derivados, sedentarismo.  O que faz descer o LDL:</p>
<p style="text-align: left;">Praticar atividade física, consumir farelo de aveia, legumes e verduras entre outros  As complicações das hipercolesterolémias Os valores elevados de colesterol podem fazer surgir ou agravar as doenças cardíacas.</p>
<p style="text-align: left;">As doenças cardíacas são a principal causa de morte nos países desenvolvidos, na maioria dos mesmos está presente um avançado desenvolvimento de aterosclerose.</p>
<p style="text-align: left;">Sendo uma doença cuja evolução é lenta e silenciosa, é fácil esquecer os seus malefícios. No dia-a-dia deveremos ter sempre em conta a melhor forma de evitar ou retardar a progressão da aterosclerose. Fatores de risco</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Sedentarismo:</strong></span><br />
a ausência de atividade física leva à redução das HDL. Obesidade: o excesso de peso aumenta os triglicérideos, reduz as HDL e aumenta as LDL.<br />
<span style="color: #000080;"><strong><br />
Hábitos alimentares: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">O colesterol existe habitualmente nos alimentos de origem animal como a carne, ovos, e queijo. É claro que, se consumirmos grande quantidade deste tipo de alimentos, o nosso valor de colesterol também aumentará.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Tabaco:</strong></span><br />
O fumo dos cigarros provoca grandes danos às paredes das artérias, acelerando o desenvolvimento da aterosclerose e o depósito de colesterol. O fumo dos cigarros também reduz as concentrações de HDL em, pelo menos, 15%.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Hipertensão:</strong></span><strong> </strong><br />
O aumento da pressão arterial eleva o dano à parede das artérias. Pelas razões referidas ao tabaco, contribui para acelerar o desenvolvimento da aterosclerose.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Diabetes tipo 2:</strong></span><br />
Este tipo de diabetes desenvolve-se, geralmente, após os 40 anos. Resulta no aumento do açúcar no sangue.</p>
<p style="text-align: left;">O aumento crônico de concentrações sanguíneas de açúcar leva a alterações nas paredes das artérias.Antecedentes familiares: se existir familiares que desenvolveram aterosclerose antes dos 45 anos, o seu risco cardiovascular pode estar aumentado.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong><br />
Alimentos com alto teor de colesterol </strong></span></p>
<table style="text-align: left;" border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="89">Ingredientes</td>
<td width="74">Colesterol (mg/100g)</td>
<td width="86">Ingredientes</td>
<td width="75">Colesterol (mg/100g)</td>
<td width="90">Ingredientes</td>
<td width="76">Colesterol (mg/100g)</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Gema de ovo</td>
<td width="74">1500</td>
<td width="86">Rosbife</td>
<td width="75">164</td>
<td width="90">Frango</td>
<td width="76">98</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Caranguejo</td>
<td width="74">565</td>
<td width="86">Camarão</td>
<td width="75">163</td>
<td width="90">Lombo de porco</td>
<td width="76">98</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Ovo</td>
<td width="74">463</td>
<td width="86">Queijo suíço</td>
<td width="75">145</td>
<td width="90">Quibe</td>
<td width="76">80</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Fígado</td>
<td width="74">320</td>
<td width="86">Queijo prato</td>
<td width="75">140</td>
<td width="90">Peixe frito</td>
<td width="76">70</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Carne gorda</td>
<td width="74">289</td>
<td width="86">Queijo cavalo</td>
<td width="75">140</td>
<td width="90">Salmão</td>
<td width="76">69</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Manteiga</td>
<td width="74">250</td>
<td width="86">Mozarela</td>
<td width="75">140</td>
<td width="90">Mortadela</td>
<td width="76">60</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Banha</td>
<td width="74">243</td>
<td width="86">Lingüiça</td>
<td width="75">123</td>
<td width="90">Salsicha</td>
<td width="76">59</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Sardinha</td>
<td width="74">220</td>
<td width="86">Carne magra</td>
<td width="75">123</td>
<td width="90">Maionese</td>
<td width="76">50</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Queijo provolone</td>
<td width="74">194</td>
<td width="86">Presunto</td>
<td width="75">105</td>
<td width="90">Brigadeiro</td>
<td width="76">39</td>
</tr>
<tr>
<td width="89">Queijo parmesão</td>
<td width="74">193</td>
<td width="86">Queijo minas</td>
<td width="75">100</td>
<td width="90">Bacon</td>
<td width="76">39</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Teor aproximado de gordura saturada em óleoscomestíveis, em percentagem das calorias totais</p>
<table style="text-align: left;" border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="129">Óleos</td>
<td width="58">(%)</td>
</tr>
<tr>
<td width="129">Canola</td>
<td width="58">5.4</td>
</tr>
<tr>
<td width="129">Girassol</td>
<td width="58">11.0</td>
</tr>
<tr>
<td width="129">Milho</td>
<td width="58">13.0</td>
</tr>
<tr>
<td width="129">Oliva</td>
<td width="58">14.0</td>
</tr>
<tr>
<td width="129">Soja</td>
<td width="58">15.0</td>
</tr>
<tr>
<td width="129">Amendoim</td>
<td width="58">18.0</td>
</tr>
<tr>
<td width="129">Semente de algodão</td>
<td width="58">25.0</td>
</tr>
<tr>
<td width="129">Coco</td>
<td width="58">86.0</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Colesterol e substancias relacionadaAbaixo os grupos e subgrupos aos quais pertencem essas substâncias.<br />
<span style="color: #000080;"><strong><br />
Lipídios: colesterol, triglicerídios, Omega-3.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Glicoproteínas: HDLc, LDLc, LP-(a) e quilomicron.Lipídios- Não têm uma definição com bases na função orgânica. São insolúveis em água e solúveis em solventes orgânicos (éter, clorofórmio, benzeno, etc.).</p>
<p style="text-align: left;">São divididos em simples, como os triglicérides, e complexos, como o colesterol.</p>
<p style="text-align: left;">Os lipídios decorrem da união do glicerol com ácidos graxos. O Omega-3 é um ácido graxo poliinsaturado.<br />
<span style="color: #000080;"><strong><br />
Os lipídios são classificados de diversos modos.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Os lipídios são divididos em: saturados, poliinsaturados e monoinsaturadas.</p>
<p style="text-align: left;">As gorduras saturadas são assim denominadas porque quando não existir na molécula a ligação dupla no carbono. Será monoinsaturada quando houver um único tipo dessa ligação e poliinsaturada quando existirem duas ou mais ligações.</p>
<p style="text-align: left;">As experiências têm  mostrado que as gorduras mais úteis são as monoinsaturadas, depois vêm as poliinsatauradas e, por último as saturadas, aquelas que, quando em excesso, acarretam vários distúrbios.</p>
<p style="text-align: left;">Dentre os ácidos graxos poliinsaturados (AGP), o AGP Omega-3 é poliinsaturados porque tem mais de 1 dupla ligação entre carbonos.</p>
<p style="text-align: left;">O AGP omega3 é encontrado nos produtos vegetais (óleos de soja e de noz), e nos animais (principalmente peixes e de seu derivado óleo). Os peixes que apresentam maior quantidade do Omega-3 estão representados na tabela abaixo.</p>
<table style="text-align: left;" border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>Origem</td>
<td>g/100 g</td>
</tr>
<tr>
<td>Cavala</td>
<td>2.50</td>
</tr>
<tr>
<td>Salmão</td>
<td>1.80</td>
</tr>
<tr>
<td>Arenque</td>
<td>1.60</td>
</tr>
<tr>
<td>Atum</td>
<td>1.60</td>
</tr>
<tr>
<td>Carne de boi</td>
<td>0.25</td>
</tr>
<tr>
<td>Cordeiro (perna)</td>
<td>0.50</td>
</tr>
<tr>
<td>Porco</td>
<td>0.70</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Já o AGP Omega-6 é encontrado, principalmente, em produtos vegetais como: óleos de soja, milho, noz, girassol e oliva.</p>
<p style="text-align: left;">Esses dois ácidos, AGP Omega-3 e 6, são essenciais porque não podem ser sintetizados pelo organismo, tanto no homem como nos outros animais, e, por esta razão, têm que ser ingeridos na dieta.</p>
<p style="text-align: left;">Lipoproteínas- como os lipídios (triglicerídios, colesterol) são insolúveis em água.Para que sejam transportados no sangue e chegar aos diversos tecidos, ligam-se às proteínas (apoproteínas ou apolipoproteínas).</p>
<p style="text-align: left;">A substância resultante das ligações desses lipídios com esse tipo de proteínas é denominada de lipoproteína.<br />
Fazem parte desse grupo: HDL, LDL, Lp-a e quilomicron.</p>
<p style="text-align: left;">As gorduras saturadas elevam o nível de LDL, enquanto que as monoinsaturadas abaixam os níveis de LDL mas não afetam o HDL.</p>
<p style="text-align: left;">As gorduras monoinsaturadas, tais como óleo de oliva e de canola, quando substituem as saturadas, abaixam os níveis do colesterol e do HDL.</p>
<p style="text-align: left;">Também é importante ingerir alimentos e bebidas com ação antioxidante*, pois combatem os radicais livres que oxidam o LDL tornando-o mais danoso ao organismo Isso é importante porque, quando o LDLc é oxidado, sua ação no processo de aterosclerose fica ampliada..</p>
<p style="text-align: left;">Os vegetais verdes (brócolis, repolho, espinafre, etc.), batata doce, cenoura, melão, morango e outras frutas, vinho tinto, chás. As vitaminas A e E são recomendadas por possuírem, também, ação antioxidante.</p>
<p style="text-align: left;">Não devemos evitar as gorduras pois são indispensáveis para o organismo; o que deve ser combatido é o seu excesso. Combinar com ar, enferrujar.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Funções dos lipídios</strong></span></p>
<table style="text-align: left;" border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>1- Fazem parte da membrana das células</td>
</tr>
<tr>
<td>2- Fornecem energia para o organismo</td>
</tr>
<tr>
<td>3- Formam uma camada protetora (isolamento térmico) na pele</td>
</tr>
<tr>
<td>4- Entram na composição de hormônios e das vitaminas E, K e A</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><br />
<strong>Tabela dos níveis sangüíneos, desejáveis, das substâncias. </strong></span></p>
<table style="text-align: left;" border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>SUBSTÂNCIA</td>
<td colspan="3">NÍVEL DESEJÁVEL</td>
<td>NÍVEL DE MAIOR RISCO</td>
</tr>
<tr>
<td>Colesterol</td>
<td colspan="3">Inferior a 200 mg/dl</td>
<td>Acima de 240 mg/dl</td>
</tr>
<tr>
<td>LDLc</td>
<td colspan="3">Inferior a 130 mg/dl</td>
<td>Acima de 160 mg/dl</td>
</tr>
<tr>
<td>HDLc</td>
<td colspan="3">Superior a 40 mg/dl</td>
<td>Inferior a 35 mg/dl</td>
</tr>
<tr>
<td>Triglicerídio</td>
<td colspan="3">Inferior a 150 mg/dl</td>
<td>Superior a 200 mg/dl</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">Triglicerídio</td>
<td>Inferior a 150 mg/dl</td>
<td colspan="2">Superior a 200 mg/dl</td>
</tr>
<tr>
<td width="118"></td>
<td width="4"></td>
<td width="174"></td>
<td width="4"></td>
<td width="203"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Distúrbios vasculares e suas relações com o colesterol.<br />
A elevação do nível sangüíneo do colesterol, triglicerídio, LDL e Lp-a ou a redução do nível de HDL e Omega-3, podem acarretar, principalmente, distúrbio cardio-circulatório cerebral (ateroma), esse distúrbio, é conseqüência de múltiplas lesões na parede das artérias.</p>
<p style="text-align: left;">Pode atingir grande parte das artérias em todo o corpo, do coração (coronárias) e do cérebro, pode acarretar angina do peito podendo chegar ao infarto cardíaco e acidente vascular cerebral.</p>
<p style="text-align: left;">A lesão vascular (ateroma) decorre da ação do LDL que transporta o colesterol do sangue para a parede das artérias e com a colaboração de outras substâncias e de células que infiltram o local, promove a formação de uma placa espessa que diminui ou obstrui a luz do vaso sangüíneo..</p>
<p style="text-align: left;">Fatores de risco para doença da artéria coronária (CAD)<br />
(Baseado no guia do National Cholesterol Education Program)</p>
<table style="text-align: left;" border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>Positivo:<br />
· Homem com idade igual ou superior a 45 anos e mulher igual ou superior a 55 anos.<br />
· História familiar de doença coronariana prematura.<br />
· Fumante.<br />
· Hipertensão.<br />
· HDL colesterol abaixo de 35 mg/Dl<br />
· Diabetes.</p>
<p>Negativo:<br />
· HDL colesterol maior ou igual a 60 mg/dL.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">4- Fontes das substâncias e conduta para correção dos níveis sangüíneos.Fontes das substâncias</p>
<table style="text-align: left;" border="1" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>Alimentos ricos em gordura saturada: gordura de carne de boi e de aves, gordura de leite e derivados, coco, gordura de porco, chocolate.</td>
</tr>
<tr>
<td>Alimentos ricos em gordura poli-insaturada: óleo de milho, óleo de girassol, óleo de soja, nozes.</td>
</tr>
<tr>
<td>Alimentos ricos em gordura mono-insaturada: óleo de oliva, canola.</td>
</tr>
<tr>
<td>Alimentos ricos em gordura hidrogenada: margarina velha, biscoito, bolo, frituras,</td>
</tr>
<tr>
<td>Alimentos ricos em Omega-3: salmão, atum, cavala, truta, peixe-espada, arenque, semente e óleo de linho.</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left;">Alimentos ricos em fibra: aveia, legumes, frutas com casca, cevada, cenoura, quiabo, ameixa, laranja, verduras.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">
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		<title>Alimentos Super Poderosos</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você já cansou de ouvir falar que comer frutas, verduras e legumes faz bem para a saúde. Mas sabia que entre todos esses alimentos considerados saudáveis, alguns são ainda mais potentes, pois contêm substâncias capazes de prevenir doenças? são Alimentos Poderosos.


São os chamados alimentos funcionais, definidos como &#8220;alimento semelhante aos convencionais em aparência, que, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><strong>Você já cansou de ouvir falar que comer frutas, verduras e legumes faz bem para a saúde. Mas sabia que entre todos esses alimentos considerados saudáveis, alguns são ainda mais potentes, pois contêm substâncias capazes de prevenir doenças? são Alimentos Poderosos.<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1262" title="Alimentos Super Poderosos" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Alimentos-Super-Poderosos-150x120.jpg" alt="" width="150" height="120" /><br />
São os chamados alimentos funcionais, definidos como &#8220;alimento semelhante aos convencionais em aparência, que, além de satisfazer os requerimentos nutricionais, produzem benefícios específicos à saúde, à capacidade física e mental&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Estão nessa categoria diversos vegetais, como brócolis, tomate, cebola, uva e maçã (veja quadros nas páginas seguintes).</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1261"></span></p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>ALIMENTOS ANTIINFLAMATÓRIOS</strong></span></p>
</div>
<p style="text-align: left;">Saber que eles contêm substâncias que, quando ingeridas regularmente, podem reduzir o risco do desenvolvimento de diversos problemas de saúde, como câncer, colesterol e pressão alta, problemas intestinais, entre outros, pode ser um bom motivo para incluí-los diariamente na dieta, e não somente quando você resolve fazer regime.</p>
<p style="text-align: left;">É justamente isso o que já estão fazendo 44% dos consumidores brasileiros, que sempre escolhem seus alimentos com base na relação que eles têm com a saúde. Segundo uma pesquisa encomendada pela Solae Company e divulgada em fevereiro, as principais razões pela busca de alimentos saudáveis entre os brasileiros são a preocupação com o estado de saúde no futuro e os benefícios diários que a alimentação correta pode oferecer.</p>
<p style="text-align: left;">Pesquisa semelhante realizada nos Estados Unidos mostrou que 95% da população desse país acredita que os alimentos podem trazer benefícios à saúde e ajudar a combater doenças Por conta disso, é cada vez maior a atenção dada a essa classe de alimentos capaz de prevenir doenças, tanto por parte dos consumidores, como dos pesquisadores.</p>
<p style="text-align: left;">Prova desse interesse é o primeiro congresso da recém-criada Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais (SBAF), que acontece neste mês de abril e cujo objetivo é ajudar a promover e incentivar as pesquisas sobre os benefícios dos alimentos à saúde.</p>
<p style="text-align: left;">No local, serão apresentadas diversas novidades sobre o tema. A preocupação com a qualidade nutricional dos alimentos deve-se, sobretudo, aos avanços no conhecimento dos cientistas sobre o papel da alimentação na saúde, segundo a nutricionista Jocelem Salgado, presidente da SBAF.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Linhaça Semente de girassol</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: proteínas, fibras, ômega 6 e um potente antioxidante e anticancerígeno chamado lignana.</p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: as mais conhecidas são a regularização do funcionamento do intestino, em especial no tratamento da prisão de ventre e na revitalização da pele.</p>
<p style="text-align: left;">Auxilia na coagulação sangüínea, no metabolismo dos ácidos graxos, além de ativar o sistema imunológico do organismo e reduzir a taxa de LDL-colesterol do sangue. A linhaça fortalece unhas, dentes e ossos e torna a pele mais saudável.</p>
<p style="text-align: left;">Possui ação antioxidante e efeito terapêutico em distúrbios do cólon, do sistema urinário, da próstata e em desordens menstruais.</p>
<p style="text-align: left;">Também é utilizada para o tratamento de infecções (urinária, psoríase), distúrbios imunológicos (lúpus), alergias e eczema, artrite reumatóide e aterosclerose. Auxilia no tratamento da asma e do diabetes, e atenua a formação de radicais livres pelo estresse.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Componentes: ômega 6, vitamina B, fibras e cálcio.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: diminui o risco de doenças cardíacas e câncer. Recomenda-se o consumo de uma colher de sopa por dia.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
<span style="color: #000080;">Azeite de oliva (extra virgem) </span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: antioxidantes fenólicos, vitaminas e gordura monoinsaturada (que não afeta o colesterol). É a maior fonte natural de ômega 9 (que ajuda a reduzir o colesterol total e LDL, além de impedir a obstrução de artérias).</p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: auxilia na redução do LDL, o colesterol ruim, e pode reduzir em até 40% o risco de doenças cardíacas se usado no lugar de manteiga ou margarina. Recomenda-se uma colher de sopa por dia.</p>
<p style="text-align: left;">Alguns pesquisadores já comparam o impacto que os alimentos funcionais terão nas próximas décadas, ao que os alimentos light e diet tiveram da década de 1990. &#8220;A frase dita por Hipócrates há cerca de 2.500 anos, que resumidamente quer dizer &#8216;faça do alimento o seu medicamento&#8217;, está recebendo interesse renovado.</p>
<p style="text-align: left;">Mais do que nunca, as pesquisas e os estudos estão mostrando o quanto é importante o papel de certos alimentos na nossa vida. Orientar as pessoas a comer adequadamente e em quantidades certas tem sido uma constante em vários trabalhos científicos&#8221;, diz Jocelem.</p>
<p style="text-align: left;">Ela ressalta que, atualmente, um dos principais fatores relacionados ao aparecimento de doenças no organismo humano é a alimentação, havendo uma estreita relação entre o que comemos e a nossa saúde.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Além da relação com as doenças crônicas, como problemas cardiovasculares, câncer, diabetes e obesidade, há fortes evidências também do papel da dieta na melhora da performance mental e física, no retardamento do processo de envelhecimento e no fortalecimento do sistema imunológico&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Germes do bem </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">O mercado brasileiro deve ganhar ainda no primeiro semestre, um novo tipo de alimento funcional, muito recente e ainda inexistente no país , denominado simbiótico. Trata-se de uma linha de iogurtes e bebidas lácteas de soja desenvolvida pela Unicamp.</p>
<p style="text-align: left;">Alimentos simbióticos são uma mistura de probióticos (classe de microorganismos que fazem bem aos seres humanos, pois entre outros benefícios fortalecem o sistema imunológico, produzem vitaminas e substâncias anticancerígenas.</p>
<p style="text-align: left;">Alimentos pró-bióticos são aqueles que contêm esses microorganismos, como alguns tipos de iogurtes e leites fermentados) e pré-bióticos (substâncias que servem de alimentos para esses microorganismos.</p>
<p style="text-align: left;">Essas substâncias diminuem o colesterol, o triglicérides e melhoram o funcionamento do intestino). &#8220;Os alimentos simbióticos, portanto, multiplicam os efeitos dos pró e pré-bióticos e fazem com que a pessoa se beneficie dessas propriedades com mais rapidez&#8221;, explica o professor Francisco Maugeri Filho, do Departamento de Engenharia de Alimentos da Unicamp e coordenador do projeto.</p>
<p style="text-align: left;">A busca nos alimentos por componentes que poderiam reduzir os riscos de várias doenças crônicas começou na década de 1970, quando problemas como hipertensão arterial, câncer, obesidade e doenças cardiovasculares &#8211; que estão direta ou indiretamente relacionadas com o consumo de alimentos -tornaram-se motivo de preocupação com a saúde pública nos países desenvolvidos.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Foi nessa época que surgiram recomendações à população sobre a importância da prática de uma alimentação com baixos teores de gordura saturada e com maior consumo de hortaliças, frutas, cereais integrais e leguminosas, com o objetivo de reduzir os riscos dessas doenças&#8221;, explica o nutrólogo Edson Credidio, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).<br />
<span style="color: #000080;"><br />
<strong>O vilão virou mocinho </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Depois de ser acusado de fazer mal para o coração, para a pressão e aumentar a incidência de câncer, o café agora pode ganhar status de alimento funcional. A bebida é uma das principais apostas da ciência para combater esses e outros problemas, como depressão, diabetes e pedra na vesícula.</p>
<p style="text-align: left;">As evidências são tão boas que o Instituto do Coração (Incor) montou um grupo dedicado às pesquisas sobre os efeitos do café na saúde.</p>
<p style="text-align: left;">A Unidade Café e Coração irá analisar o efeito do café no doente cardíaco e no diabético, além da influência da forma de preparo nos componentes da bebida. &#8220;O café filtrado parece ter mais efeito na diminuição da incidência de infarto do que o fervido&#8221;, explica o cardiologista Miguel Moretti, coordenador da Unidade Café e Coração.</p>
<p style="text-align: left;">Ele explica que o café contém somente 2% de cafeína, que, quando consumida em doses moderadas (até 4 xícaras médias por dia para adultos), possui propriedades antidepressivas (é até usada no tratamento de dependentes de drogas).</p>
<p style="text-align: left;">Além disso, o café é composto por outras substâncias, cujas propriedades funcionais estão sendo analisadas, como os ácidos clorogênicos (proteção cardiovascular), sais minerais, como potássio e magnésio, vitaminas do complexo B e açúcares.</p>
<p style="text-align: left;">Mas o termo alimento funcional surgiu no Japão, somente por volta de 1980, quando o governo japonês iniciou um programa de redução de custos de seguro saúde. Para diminuir as despesas com medicamentos, foi implantado um programa denominado Foshu (comida para uso específico de saúde, na sigla em inglês), que consistia em avaliar quais alimentos teriam benefícios comprovados à saúde da população, cumprindo funções específicas no organismo.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Uva e Cenoura </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: flavonóides, fibras, cálcio e reverastol (presente no vinho tinto também e que possui propriedades anticancerígena e protetora do coração).</p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: anticoagulante, anticancerígena, reduz o colesterol e antioxidante. Sugere-se a ingestão de 240 ml de vinho tinto e de 240 a 480 ml de suco de uva, ou um cacho da fruta por dia. Componentes: uma das melhores fontes de betacaroteno. Pode ser convertido em vitamina A, vitamina C e ferro.</p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: fortalece o sistema imunológico. Recomenda-se o consumo de 100 gramas por dia (ralada ou cozida).</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Alho e Brócoli </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: alicina, vitamina C, Selênio e Zinco. Propriedades: estudos demonstraram que o consumo regular de alho fortalece o sistema imunológico e reduz a incidência de tumores de estômago e cólon.</p>
<p style="text-align: left;">O alho também atua na prevenção de doenças cardiovasculares, reduzindo a taxa de LDL (colesterol ruim) do sangue e possui ação reguladora da pressão arterial. Recentemente descobriram-se propriedades antibióticas no alho, o que auxilia no combate à H. pylori (bactéria que causa gastrite).</p>
<p style="text-align: left;">Recomenda-se o consumo diário de um dente (cerca de 600 mg), para a redução da pressão arterial e dos níveis de colesterol. Componentes: glicosinato, um potente anticancerígeno, estimula os genes que aumentam a produção de glutationa (antioxidante que auxilia o fortalecimento do sistema imunológico), proteínas, cálcio, vitamina C e ferro.</p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: age no organismo como antiinflamatório, antibiótico, anticoagulante e analgésico. Além disso, combate viroses, protege o fígado, reduz o colesterol, combate a dor muscular; diminui a pressão arterial e previne o câncer.</p>
<p style="text-align: left;">Assim como outros alimentos da mesma família das crucíferas (como couve-flor), o brócolis previne várias formas de câncer, incluindo os de estômago, esôfago, pulmão, faringe, útero, pâncreas e cólon. Recomenda-se o consumo de 100 gramas por dia.</p>
<p style="text-align: left;">Entre elas, a melhoria dos mecanismos de defesa imunológicos, prevenção ou tratamento de alguma doença ou disfunção, melhoria das condições físicas e mentais, do estado geral de saúde e retardamento do processo de envelhecimento orgânico.</p>
<p style="text-align: left;">Nos Estados Unidos, o conceito de alimentos funcionais passou a ser difundido na década de 1990, quando o Instituto Nacional do Câncer desse país deu início ao Programa de Alimentos Projetados, para pesquisar os componentes de alimentos naturais que apresentassem propriedades anticancerígenas.</p>
<p style="text-align: left;">A partir de então, os estudos ganharam impulso em praticamente todo o mundo.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000080;">Aveia e Tomate </span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: fibras insolúveis e solúveis (beta-d-glucanas), fósforo, cálcio e carboidratos. Propriedades: alguns estudos têm demonstrado a diminuição do LDL-colesterol. Há evidências de que as beta-d-glucanas têm efeito protetor no desenvolvimento do câncer de cólon e na diminuição da absorção da glicose em diabéticos.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1997, o FDA (Food and Drug Administration) aprovou uma nova regulamentação, permitindo que produtos de aveia integral tragam em seus rótulos apelo de benefício à saúde, relacionando seu consumo à redução do risco de doenças cardíacas.</p>
<p style="text-align: left;">O FDA concluiu que a beta-d-glucana é o componente responsável pela diminuição do colesterol total e LDL no sangue em dietas que contenham cerca de 3 g/dia de beta-d-glucanas (equivalente ao consumo de 40 g de farelo de aveia e 60 g de farinha de aveia). Componentes: rico em licopeno, substância responsável pela coloração vermelha, que possui ação antioxidante e está presente também em outras frutas vermelhas, como melancia, goiaba e mamão papaia.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>O tomate cru tem alto teor de vitaminas A, B e C.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: o efeito antioxidante do licopeno reduz a presença de radicais livres, protegendo as células da oxidação. Estudos demonstraram que alimentos contendo licopeno reduzem o risco de câncer intestinal, estomacal, da bexiga, do colo úterino, da pele e dos pulmões.</p>
<p style="text-align: left;">O licopeno também previne o surgimento de doenças cardiovasculares, em especial aterosclerose, reduzindo o risco de infarto.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Cebola e Repolho </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: rica em quercetina (especialmente as roxas), um poderoso antioxidante, um anticancerígeno chamado Alicina, vitaminas A e C e cálcio. Propriedades: ajuda na regulação da pressão e circulação sangüíneas, tem efeito anticoagulante e aumenta o bom colesterol (HDL), que protege o coração.</p>
<p style="text-align: left;">A recomendação de consumo diário é de cerca de 100 gramas, na comida. Componentes: ferro, magnésio, cálcio, vitamina C e sulforafeno (um potente antioxidante). Propriedades: ajuda a prevenir o câncer do aparelho digestivo e reduz o risco do desenvolvimento de outros tumores em até 35%, além de eliminar toxinas do organismo.</p>
<p style="text-align: left;">Recomenda-se o consumo de uma xícara de chá por dia (cozido).<br />
<span style="color: #000080;"><br />
<strong>Mais do que comida</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Todos esses anos de pesquisa resultaram na descoberta de diversos compostos com importantes propriedades biológicas presentes em alguns alimentos, conforme informam no livro &#8220;Alimentos Funcionais &#8211; A Nova Revolução&#8221;, os pesquisadores Alexandre Cabral Craveiro e Afrânio Aragão Craveiro, professores da Universidade Federal do Ceará.</p>
<p style="text-align: left;">O vilão virou mocinho Margarinas e leites que diminuem o colesterol e protegem contra problemas cardíacos, iogurtes e bebidas que auxiliam o funcionamento do intestino e produtos a base de soja que ajudam a prevenir osteoporose são alguns dos alimentos industrializados com alegações funcionais existentes no mercado.</p>
<p style="text-align: left;">Também chamados de nutracêuticos, essa é uma categoria de produtos que cresce na mesma proporção que o interesse do consumidor pela prevenção de doenças e longevidade. O mercado mundial de alimentos funcionais movimentou mais de 50 bilhões de dólares em 2004, e em países da Europa e no Japão é possível encontrar de pães a balas com alegações funcionais.</p>
<p style="text-align: left;">No Brasil, já estão registrados cerca de 130 alimentos dessa categoria. A denominação determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é &#8220;alimento com alegação funcional&#8221;. &#8220;Aquele que, comprovadamente, possui um componente que reduz o risco de desenvolvimento de determinada enfermidade&#8221;, explica Antônia Maria de Aquino, gerente de produtos especiais da Anvisa.</p>
<p style="text-align: left;">Mas os especialistas alertam que nem sempre vale a pena consumir um produto com alegação funcional. &#8220;O grande problema está na concentração dos nutrientes funcionais. O leite com ômega 3, por exemplo, tem uma concentração muito baixa dessa substância, por isso não vale a pena sua ingestão&#8221;, explica o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Abran.</p>
<p style="text-align: left;">Além disso, é preciso consumir os alimentos com alegações funcionais da maneira correta e dentro de uma alimentação adequada. &#8220;As margarinas enriquecidas com fitoesteróis, por exemplo, destinadas a indivíduos com colesterol alto, precisam ser consumidas diariamente, sempre na quantidade determinada, para auxiliar na redução da absorção de colesterol.</p>
<p style="text-align: left;">Também é preciso reduzir o consumo de gordura saturada e colesterol&#8221;, explica a nutricionista Kátia Iared, do Serviço de Nutrição e Dietética do Incor. Ela ressalta que muitas frutas, legumes e verduras possuem benefícios comprovados à saúde. &#8220;Os alimentos in natura são mais gostosos, baratos e certamente funcionam mais, pois não foram manipulados&#8221;, completa a nutricionista Cynthia Antonaccio.</p>
<p style="text-align: left;">Entre as principais substâncias citadas estão os óleos e outros componentes bioativos de origem marinha ricos em ácidos graxos poliinsaturados, conhecidos pela denominação genérica ômega 3. Essas substâncias, encontradas em alguns tipos de peixes, são essenciais à manutenção da saúde, porém não são produzidas pelo nosso organismo e só podem ser obtidas por meio da alimentação.</p>
<p style="text-align: left;">A lista de benefícios atribuídos aos ácidos do tipo ômega 3 não pára de crescer: diminuem os riscos de doenças cardíacas (pois reduzem o triglicérides e a pressão arterial, além de auxiliar na elasticidade das artérias, impedindo sua obstrução), são agentes antiinflamatórios (previnem problemas como asma, artrite e dores de cabeça), mantém a visão saudável, entre outros.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong><br />
Peixes e Abacate</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: maior fonte natural de ômega 3, ferro, selênio e cálcio. Propriedades: aumenta o colesterol bom (HDL), auxilia na redução de doenças cardiovasculares, auxilia na formação do feto durante a gestação e melhora a atuação da insulina no organismo. Recomenda-se o consumo de pelo menos 180 gramas por semana, para a redução de problemas cardiovasculares.</p>
<p style="text-align: left;">Componentes: ácido graxo monoinsaturado (ômega 9), potássio, vitamina E e proteínas Propriedades: aumenta o bom colesterol (HDL), protege contra doenças cardiovasculares e contra o câncer. Recomenda-se o consumo de 100 gramas por dia.</p>
<p style="text-align: left;"><strong><br />
<span style="color: #000080;">Castanha e Espinafre </span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: ômega 6, ácidos graxos poliinsaturados, cálcio, vitamina C, ferro e antioxidantes (na castanha-do-Pará).<br />
Propriedades: auxilia na prevenção de problemas cardíacos. Indica-se o consumo de uma castanha-do-pará ou três amêndoas por dia.<br />
Componentes: ácido fólico, vitaminas A e C, cálcio, potássio, ferro e outros antioxidantes. Propriedades: previne defeitos da má formação fetal. Como possui ácido oxálico (que pode ser tóxico), não deve ser ingerido em exagero.<br />
<strong><br />
<span style="color: #000080;">O recomendável é a ingestão de uma xícara de chá por dia (cozido).</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">Outro grupo de substâncias funcionais que vem ganhando destaque são os carotenóides, pigmentos responsáveis pelas cores alaranjadas de alguns vegetais.<br />
Fazem parte dessa categoria o betacaroteno (presente na cenoura, por exemplo), que quando ingerido transforma-se em vitamina A.</p>
<p style="text-align: left;">Outros, como o licopeno (presente no tomate, por exemplo) agem no organismo como antioxidantes, evitando a degradação das células. Algumas pesquisas também sugerem a participação do licopeno na prevenção e controle do câncer de próstata.</p>
<p style="text-align: left;">Os flavonóides, substâncias presentes em algumas frutas e vegetais e responsáveis pelas cores vermelha, roxa e amarela, também se destacam por suas propriedades antioxidantes. Alguns flavonóides têm ações específicas, como as isoflavonas presentes na soja, cuja redução no risco de doenças cardíacas foi reconhecida pela Agência que controla o uso de medicamentos e alimentos nos EUA, o FDA.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Soja e Maçã </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Componentes: mais importante fonte de isoflavonóides, em especial as isoflavonas, genisteína e daidzeína, empregadas como alternativa na terapia de reposição hormonal. Também contém vitamina B, ácido fólico, iodo, magnésio, potássio e fósforo.</p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: previne e reduz risco de câncer e osteoporose, atenua os sintomas da menopausa e doenças cardiovasculares. Estudos epidemiológicos mostraram que indivíduos ou populações, que ingerem soja regularmente possuem menor incidência de tumores malignos.</p>
<p style="text-align: left;">Seu consumo regular reduz o risco de câncer da próstata e de mama em 50%, e o de câncer de cólon em 40%. Para os grãos, a quantidade de consumo diário recomendada é de 1 xícara, para o tofu, 1 fatia de 30 gramas, e para o leite, dois copos por dia (dentro de uma dieta balanceada).</p>
<p style="text-align: left;">Componentes: fonte de fibras solúveis que auxiliam no controle glicêmico, cálcio, flavonóides, pectina (que auxilia o funcionamento do intestino) e quercetina, um bioflavonóide com propriedades antiinflamatórias, além de proteger o coração, possuir atividade anticâncer, antiúlcera, antialérgica, e ajudar na diminuição do risco de desenvolver catarata.</p>
<p style="text-align: left;">Propriedades: a combinação dos fitoquímicos presentes na casca e polpa da maçã é responsável por suas propriedades antioxidantes e anticancerígenas. A ingestão regular de maçã também ajuda a reduzir as taxas do colesterol prejudicial (LDL) ao organismo, prevenindo problemas cardíacos. Recomenda-se o consumo de uma por dia.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Sem mágicas</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Mas como fazer para se beneficiar das propriedades dos alimentos funcionais? Nesse caso, mais uma vez vale a boa e velha recomendação da dieta equilibrada.</p>
<p style="text-align: left;">Não é preciso exagerar e só comer isso. &#8220;Todos esses alimentos devem fazer parte de uma rotina alimentar, na medida do possível, mas não dá para comer abacate, ou linhaça todos os dias&#8221;, exemplifica o nutrólogo Durval Ribas, presidente da Abran.</p>
<p style="text-align: left;">Mas também não adianta se animar e achar que basta comer um tomate, uma porção de soja ou qualquer um dos alimentos com propriedades funcionais no meio de frituras, doces e outras tranqueiras do gênero para se beneficiar.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;As pessoas devem estar cientes de que tais alimentos não são mágicos, eles não corrigirão maus hábitos alimentares. Devem fazer parte de uma alimentação equilibrada, assim como praticar atividade física regularmente, evitar o fumo, reduzir o estresse e manter peso saudável&#8221;, alerta a nutricionista Kátia Iared, do Serviço de Nutrição e Dietética do Instituto do Coração (Incor).</p>
<p style="text-align: left;">Crédito : Assessoria de Comunicação e Imprensa &#8211; UNICAMP</p>
<p style="text-align: left;">(Revista Galileu &#8211; Edição 165 &#8211; Abr/05 )<br />
Alimentos Superpoderosos (Revista Galileu &#8211; Edição 165 &#8211; Abr/05 ) divulgação.</p>
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		<title>Alimentos Antiinflamatórios 1</title>
		<link>http://caminhosdoconhecimento.com/medicina-saude/alimentos-antiinflamatorios-1.html</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Graças ao efeito Antiinflamatório de alguns alimentos, muitas pessoas melhoram dos sintomas da artrite, necessitando ingerir menos medicamentos e conseguindo uma melhor qualidade de vida. 


Atum e salmão são dois bons exemplos de alimentos com efeito antiinflamatório. 
 



Quanto aos antioxidantes, não são apenas os pacientes com artrite que precisam deles.
Pesquisadores acreditam que a inflamação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #993300;">Graças ao efeito Antiinflamatório de alguns alimentos, muitas pessoas melhoram dos sintomas da artrite, necessitando ingerir menos medicamentos e conseguindo uma melhor qualidade de vida. </span><br />
</strong><strong><strong><br />
</strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Atum e salmão são dois bons exemplos de alimentos com efeito antiinflamatório. </strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<div id="main-content" style="text-align: left;">
<div>
<div><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1256" title="Alimentos antiinflamatórios 1" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Alimentos-antiinflamatórios-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><br />
Quanto aos antioxidantes, não são apenas os pacientes com artrite que precisam deles.<br />
Pesquisadores acreditam que a inflamação contribui para o desenvolvimento de doenças cardíacas, câncer, doença de Alzheimer e o diabetes tipo 2, e que as substâncias antiinflamatórias encontradas nos alimentos podem combater estas doenças.</p>
<p><span id="more-1255"></span><br />
Para consumir estes alimentos, não é necessário mudar radicalmente a sua dieta alimentar. Experimente, por exemplo, consumir mais peixe. A inflamação nem sempre tem aspectos negativos.</p>
<p>Um ferimento fica avermelhado e inchado porque o organismo recruta leucócitos que combatem a infecção e aumentam o fluxo de sangue rico em oxigênio, para facilitar a cicatrização.</p>
<p>Mas alguns processos inflamatórios indesejáveis resultam de lesões menos relevantes, como a oxidação das células que constituem as paredes dos vasos sangüíneos. Os antioxidantes podem ajudar a evitar estas lesões. Mas quando são insuficientes, os antiinflamatórios são necessários.</p>
<p>Caso contrário, a tentativa do organismo de reparar suas lesões pode levar a uma inflamação crônica, que ataca lentamente os tecidos saudáveis das articulações, das artérias e de todo o sistema nervoso.</p>
<p>Entre os alimentos com maior ação antiinflamatória se destacam os ácidos graxos ômega-3, encontrados em grande quantidade nos peixes. No organismo, estes ácidos são convertidos em substâncias semelhantes aos hormônios, que reduzem inflamações.</p>
<p>Os poliinsaturados ômega-6 encontrados no óleo de milho favorecem a inflamação. Os ômega-6 e ômega-3 formam uma espécie de <em>yin</em> e <em>yang</em>, que devem ser mantidos em equilíbrio.</p>
<p>O consumo de quantidades equivalentes dos dois alimentos permite manter os processos inflamatórios em equilíbrio, entretanto, a maioria das pessoas ingere cerca de 20 vezes mais alimentos com ômega-6 do que com ômega-3.</p>
<p>Alimentos industrializados, produzidos com óleo de milho ou girassol, ricos em ácidos graxos ômega-6, são apontados como culpados.</p>
<p>Por outro lado, as pessoas preferem não consumir alimentos ricos em ômega-3, como o óleo de canola, nozes, espinafre e repolho. A aspirina e o ibuprofeno interferem no processo com enzimas que contribuem para as propriedades inflamatórias dos alimentos que contém ômega-6. Alguns alimentos podem atuar de forma semelhante.</p>
<p>Um grupo de pesquisadores da <em>Michigan State University</em> realizou alguns experimentos para demonstrar que o extrato de cereja pode impedir dez vezes mais a formação de alguns agentes inflamatórios do que a aspirina. Seus achados estimularam a ingestão de suco de cereja entre pacientes com artrite.</p>
<p>Em outra pesquisa recente, ficou comprovado que a amora, o morango e a framboesa produzem efeitos semelhantes.</p>
<p>Outra forma de combater a inflamação é fortalecer os mecanismos de reparo do organismo. Um grupo de pesquisadores de Boston mediu a concentração de substâncias denominadas &#8220;proteínas de choque&#8221; no cérebro humano.</p>
<p>Imagine-as como a fita adesiva do organismo &#8211; elas ajudam a reparar lesões celulares causadas pelo estresse oxidativo, inflamação e excesso de toxinas. Na medida em que você envelhece, produz menores quantidades destas proteínas protetoras.</p>
<p>O estudo demonstrou que dietas ricas em arando combatem essa condição em ratos, que responderam aos processos inflamatórios da mesma forma que animais mais jovens.</p>
<p>A maioria das frutas e verduras, principalmente as coloridas, parece inibir inflamações graças à presença de fitossubstâncias como a bromelaína, encontrada no abacaxi, e a quercetina, encontrada na maçã e na cebola. Vegetais como o tomate contêm cerca de 20 compostos com ação anti-inflamatória.</p>
<p>Frutas, verduras, peixes e grãos integrais &#8211; são sempre os alimentos defendidos pelos nutricionistas há vários anos. Por outro lado, dietas ricas em açúcar, farinha refinada e óleos vegetais parcialmente hidrogenados, bem como a obesidade, aumentam o risco de inflamações.</p>
<p>A ingestão de alimentos com ação antiinflamatória pode ser uma das melhores coisas que se pode fazer por você mesmo.</p>
<div style="text-align: left;"><strong>Créditos à : Elisabete Fernandes Almeida<br />
</strong></div>
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		<title>Alimentos Antiinflamatórios 3 &#8211; Quantidades</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 21:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
O consumo de Alimentos Antiinflamatórios, segundo Andréia Naves, deve se tornar um hábito diário.

Acerte também nas porções. Veja quanto comer de cada item se não quiser seguir a dieta pronta.
As quantidades recomendadas são importantes uma vez que delas depende o equibrio de elementos para uma boa recomposião do organismo.
Quantidades

Azeite de oliva extravirgem: 
Além de ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #993300;">O consumo de Alimentos Antiinflamatórios, segundo Andréia Naves, deve se tornar um hábito diário.<br />
</span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1251" title="Alimentos Antiinflamatórios" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Alimentos-Antiinflamatórios-150x112.jpg" alt="" width="150" height="112" />Acerte também nas porções. Veja quanto comer de cada item se não quiser seguir a dieta pronta.</p>
<p style="text-align: left;">As quantidades recomendadas são importantes uma vez que delas depende o equibrio de elementos para uma boa recomposião do organismo.<strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Quantidades</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-1250"></span><br />
<span style="color: #000080;"><strong>Azeite de oliva extravirgem: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Além de ter propriedades antiinflamatórias, é essencial para a absorção dos antioxidantes antiinflamatórios presentes nas verduras.<br />
Porção: 1 colher de sopa de azeite por dia.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Aveia:</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Suas fibras ajudam a reduzir o açúcar no sangue e, por isso, é um cereal aliado no processo antiinflamatório.<br />
Porção: 2 colheres de sopa de farelo de aveia.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Brócolis: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Contêm fitonutrientes que potencializam os sistemas antioxidantes de defesa do organismo.<br />
Porção: ½ xícara de chá por dia.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Chá verde: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Tem substâncias antioxidantes (as catequinas), além de ações termogênica (acelera o metabolismo) e oxidativa das gorduras (evita a absorção da gordura). Os estudos ainda mostram que o chá verde diminui o açúcar no sangue.<br />
Porção: 5 xícaras de chá por dia.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Frutas vermelhas: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">São as queridinhas nesta dieta. Carregam uma quantidade enorme de antocianinas, substâncias antioxidantes com poder antiinflamatório. Opções: ameixa, amora, morango, açaí, acerola, framboesa, goiaba vermelha. Porção: 1 xícara de chá por dia.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong><br />
Iogurte: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Os probióticos, com lactobacilos vivos que facilitam a digestão e o funcionamento do intestino, estimulam a produção de substâncias antiinflamatórias. O kefir (veja nesta edição a reportagem Kefir parece iogurte&#8230;) é outra ótima opção.<br />
Porção: 1 pote por dia.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Peixes: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">O salmão é campeão em DMAE, substância fundamental para manter a pele firme e evitar rugas. Também é fonte de ômega 3, ácido graxo que combate os radicais livres e é antiinflamatório. Outros peixes também são bem-vindos.<br />
Porção: 2 filés por semana ou 2 cápsulas por dia de óleo de peixe.<span style="color: #000080;"><strong></p>
<p></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Semente de linhaça: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Tem ômega 3 e uma turma de antioxidantes. Vale ressaltar a vitamina E, que contribui para a renovação celular e, por isso, adia o envelhecimento. Gergelim, castanhas e outras oleaginosas, ricas em gordura do bem, também entram na lista dos alimentos antiinflamatórios.<br />
Porção: 2 colheres de sopa por dia.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Soja: </strong></span></p>
<p style="text-align: left;">O grão cozido, torrado ou fermentado (missô) é rico em isoflavonas – fito-hormônios que inibem a produção de substâncias inflamatórias. Na forma de iogurte, leite ou queijo (tofu), essa leguminosa é uma boa fonte de proteína – importante para a manutenção da massa magra, que faz o corpo queimar mais calorias, mesmo quando você está parada.<br />
Porção: 2 colheres de sopa do grão por dia (ou 1 copo do iogurte ou leite de soja).</p>
<div style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Fonte : www.boaforma.com.br<a rel="nofollow" href="http://www.boaforma.com.br/"><br />
</a><br />
Heróis da dieta &#8211; Revista Boa Forma.</p>
</div>
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		<title>Artrite</title>
		<link>http://caminhosdoconhecimento.com/medicina-saude/artrite.html</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 21:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonionventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
O nome “artrite”, que está ligado a um grupo de mais de 100 doenças reumáticas, vem de palavras gregas que significam “articulações inflamadas”.


Muitas dessas doenças afetam não só as articulações, mas também os músculos, ossos, tendões e ligamentos que as apóiam.
Algumas formas de artrite podem atacar a pele, órgãos internos e até os olhos.
 
Vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start -->
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #993300;">O nome “artrite”, que está ligado a um grupo de mais de 100 doenças reumáticas, vem de palavras gregas que significam “articulações inflamadas”.<br />
</span><br />
</strong><br />
<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1246" title="Artrite" src="http://caminhosdoconhecimento.com/wp-content/uploads/2010/02/Artrite-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />Muitas dessas doenças afetam não só as articulações, mas também os músculos, ossos, tendões e ligamentos que as apóiam.</p>
<p style="text-align: left;">Algumas formas de artrite podem atacar a pele, órgãos internos e até os olhos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;">Vamos nos concentrar em duas doenças geralmente relacionadas à artrite: a artrite reumatóide (AR) e a osteoartrite (OA).</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1245"></span><br />
Uma articulação, ou junta, é o ponto de encontro entre dois ossos. A articulação sinovial é envolta por uma cápsula resistente que a protege e apóia.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>A estrutura da articulação</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">A cápsula articular é revestida pela membrana sinovial, que produz um líquido lubrificante. Dentro da cápsula articular, as extremidades de ambos os ossos são revestidas por um tecido elástico e liso, chamado cartilagem.</p>
<p style="text-align: left;">Isso evita o atrito entre os ossos. A cartilagem também ajuda a absorver os impactos, porque reveste as extremidades dos ossos e distribui a pressão por igual nessas extremidades.</p>
<p style="text-align: left;">Por exemplo, quando você caminha, corre ou pula, a pressão exercida nos quadris e joelhos pode ser de quatro a oito vezes maior do que o peso do seu corpo.</p>
<p style="text-align: left;">Embora a maior parte do impacto seja absorvida pelos músculos e tendões ao redor, a cartilagem ajuda os ossos a suportar essa carga porque se comprime como uma esponja.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Artrite reumatóide</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">No caso da artrite reumatóide (AR), o sistema imunológico do corpo lança um ataque total contra as articulações. Por alguma razão desconhecida, uma grande quantidade de células sanguíneas — incluindo as células T, importantíssimas para o sistema imunológico — invade as cavidades articulares.</p>
<p style="text-align: left;">Isso desencadeia uma série de reações químicas que resultam na inflamação da articulação. As células sinoviais começam a proliferar descontroladamente, formando uma massa de tecido semelhante a um tumor, chamada de pano.</p>
<p style="text-align: left;">Este, por sua vez, produz enzimas destrutivas que corroem a cartilagem. Com isso, as superfícies ósseas entram em contato, restringindo os movimentos e causando dores terríveis.</p>
<p style="text-align: left;">Esse processo destrutivo também enfraquece os ligamentos, tendões e músculos, fazendo a articulação ficar instável e parcialmente deslocada, muitas vezes produzindo deformidades.</p>
<p style="text-align: left;">Em geral, a AR afeta as juntas de forma simétrica, atacando pulsos, joelhos e pés. Mais de 50% das pessoas com diagnóstico de AR também desenvolvem nódulos sob a pele. Algumas têm anemia ou ficam com a garganta e os olhos secos e doloridos.</p>
<p style="text-align: left;">Muitas também sentem fadiga e sintomas semelhantes aos de uma gripe, como febre e dor muscular.Os efeitos, o desenvolvimento e a duração da AR variam muito.</p>
<p style="text-align: left;">Em algumas pessoas, a dor e a rigidez se desenvolvem lentamente, num período de semanas ou anos. No caso de outras, a doença pode desencadear-se subitamente.</p>
<p style="text-align: left;">Há casos em que a AR dura alguns meses e depois desaparece sem deixar vestígios aparentes. Outras sofrem períodos em que os sintomas são piores (crises), seguidos de períodos de remissão em que se sentem melhor.</p>
<p style="text-align: left;">E em alguns pacientes, a doença atua durante muitos anos, debilitando-os mais e mais.Quem corre risco de ter AR? “Ela é mais comum entre mulheres de meia-idade”, diz o Dr. Michael Schiff.</p>
<p style="text-align: left;">Mas Schiff acrescenta que “pode afetar qualquer pessoa, de qualquer idade, inclusive crianças e homens”. Quem tem parentes que sofrem da doença corre mais risco. Vários estudos indicam também que o hábito de fumar, a obesidade e um histórico de transfusões de sangue são fatores de risco significativos.</p>
<p style="text-align: left;">Estima-se que 43 milhões de americanos sofrem com artrite ou problemas nas articulações. Provavelmente, poucos de nós chegaremos a uma idade avançada sem pertencer a esse grupo.  Embora não haja cura, este artigo vai ajudá-lo a examinar alguns dos passos que você pode seguir para aliviar o desconforto.</p>
<div style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Vamos começar com algumas informações gerais sobre a artrite.</strong></span></div>
<p style="text-align: left;">Há mais de 100 diferentes tipos de artrite, com inúmeras causas, de acordo com a Arthritis Foundation (Fundação da Artrite), de Atlanta. Entre as mais conhecidas estão a osteoartrite, artrite reumatóide, gota e o lúpus.</p>
<p style="text-align: left;">A osteoartrite é de longe a forma mais comum. Ela se caracteriza principalmente pelo colapso e perda da cartilagem das articulações.</p>
<p style="text-align: left;">A cartilagem é o tecido duro que separa e protege os ossos em uma articulação. Conforme a cartilagem vai se desgastando e os ossos começam a se esfregar uns nos outros, a articulação fica irritada.</p>
<p style="text-align: left;">Na osteoartrite, esse colapso da cartilagem é acompanhado por uma inflamação minúscula, endurecendo o osso debaixo da cartilagem e fazendo com que ele cresça ao redor das articulações. A maioria das pessoas desenvolve um pouco de osteoartrite quando envelhece.</p>
<p style="text-align: left;">Já a artrite reumatóide, por outro lado, não faz parte do processo do envelhecimento. Por razões desconhecidas, a membrana sinovial de uma articulação inflama, o que causa dor, inchaço, calor e vermelhidão.</p>
<p style="text-align: left;">No caso da gota, são cristais de ácido úrico em forma de agulha que se juntam nas articulações devido a uma falha na capacidade do corpo de metabolizar purinas. As purinas são compostos químicos que aparecem naturalmente em certos alimentos como fígado, rim e anchovas.</p>
<p style="text-align: left;">Essa doença atinge principalmente homens acima do peso e relativamente sedentários com mais de 35 anos de idade.</p>
<p style="text-align: left;">O frio normalmente é usado para reduzir a dor em articulações específicas e pode ser útil caso você tenha gota.</p>
<p style="text-align: left;">No entanto, a aplicação de frio não deve ser feita caso você tenha vasculite (inflamação dos vasos sangüíneos) ou Fenômeno de Raynaud (uma doença caracterizada por espasmos das artérias nos dedos dos pés e das mãos que pode ocorrer junto com a artrite reumatóide) sem a aprovação de um médico.</p>
<p style="text-align: left;">Há muitas maneiras de fazer aplicações frias: você pode usar um saco plástico cheio de gelo esmagado, um pacote de ervilhas congeladas ou um pacote de gelo azul, por exemplo.</p>
<p style="text-align: left;">Aplique o pacote apenas sobre uma ou duas articulações de cada vez para não perder temperatura corporal e mantenha um pedaço fino de pano entre o pacote gelado e a pele para impedir queimaduras de frio.</p>
<p style="text-align: left;">Pode ser que alternar calor e frio funcione melhor para você. Para obter os melhores resultados, a Arthritis Foundation recomenda um banho de contraste: mergulhe as mãos e pés em água quente (não mais do que 43ºC) por cerca de três minutos e então coloque-os em água fria (por volta de 18ºC) por um minuto. Repita o processo três vezes e finalize com imersão em água quente.</p>
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